Marconi tem atuação decisiva para aliança entre Alckmin e partidos do Centrão

Ex-governador de Goiás foi fundamental na articulação e consolidação da aliança, e sai fortalecido das conversações

Marconi Perillo | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

A atuação do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) foi decisiva e imprescindível para a articulação e a costura da aliança partidária entre o presidenciável tucano Geraldo Alckmin e os partidos do chamado Centrão (DEM, PP, PR, SD e PRB) na disputa para a Presidência da República. Desde que assumiu a coordenação política da pré-campanha do ex-governador paulista para o Palácio do Planalto, em junho, Marconi esteve com todas as principais lideranças do bloco.

Segundo a edição de sexta-feira do jornal Folha de S.Paulo, a aliança garantirá a Alckmin, caso o tucano se eleja presidente em outubro, a maior base de apoio para o Planalto da história da chamada Nova República (redemocratização). De imediato, garante a maior fatia para a coligação tucana nos programas de rádio e televisão do horário eleitoral gratuito – mais de 4 minutos – um ativo político que alça Alckmin à frente do processo eleitoral.

De junho a ontem, Marconi dialogou, articulou e costurou a aliança diretamente com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como o senador Agripino Maia (DEM-RS), com o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), com o senador Ciro Nogueira (PP-SP), com o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, e com lideranças do PR. Também esteve com o presidente da República, Michel Temer, em reunião considerada estratégica para sacramentar a liberação do PP, que tem assento na Esplanada dos Ministérios, para o PSDB.

O ex-governador de Goiás conduziu as articulações de Alckmin sem se descuidar da campanha do governador José Eliton (PSDB), seu vice nos dois últimos mandatos (2011-2018) à reeleição. A atuação nacional de Marconi garantiu, na verdade, uma ampla e forte aliança também para José Eliton, que também está em vias de fechar coligação local com os partidos do Centrão nacional, à exceção do DEM. O mesmo ocorreu com as coligações em outros Estados. A costura da aliança nacional conduzida pelo ex-governador de Goiás garantiu acordos importantes em Estados para a campanha de Alckmin, notadamente nos casos de São Paulo e do Espírito Santo.

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