Marconi pede à força-tarefa para intensificar ações na área da Segurança Pública

Até R$ 500 milhões podem incrementar os investimentos por causa de convênio com o Poder Judiciário 

Matheus Monteiro

O governador Marconi Perillo comandou uma reunião da força-tarefa da área da Segurança Pública em Goiás, na manhã desta segunda-feira (24). Ele pediu providências para principais demandas do setor, como a readequação e construção de unidades do Instituto Médico Legal (IML) e presídios, aquisição de equipamentos e funcionamento dos Centros de Atendimento Socioeducativo (Cases). “A parte mais difícil é o dinheiro, e esse nós já garantimos”, disse.

Participaram os secretários Ricardo Balestreri (Segurança Pública e Administração Penitenciária), Fernando Navarrete (Sefaz), representantes da Controladoria Geral do Estado (CGE) e Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan).

Os gestores apresentaram as principais demandas e gargalos burocráticos, e o governador exigiu para a próxima reunião relatórios detalhados das prioridades para 2017 e 2018.

“A segunda parte mais difícil é a burocracia, e essa responsabilidade é dos secretários”, declarou o governador ao definir a pauta da próxima reunião da força-tarefa da segurança pública, que é para continuar atuando intensamente.

Convênio firmado entre o Governo de Goiás e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) vai financiar a compra de equipamentos para os IMLs. O objetivo da força-tarefa é garantir o pleno funcionamento do Sistema Prisional Goiano e, consequentemente, garantir mais segurança da população.

O secretário Fernando Navarrete celebrou, junto ao Poder Judiciário, convênio que visa fortalecer o Fundo Penitenciário de Goiás. “Metade desses recursos será destinada, exclusivamente, para a composição do Fundo Penitenciário, e destinada também à melhoria e conclusão dos IMLs, e à viabilização de outros projetos na área da Polícia Técnico-Científica”, frisou Marconi.

O secretário afirmou que a Sefaz assegura, no momento, “R$ 28 milhões para investimentos na área de segurança, e outros R$ 60 milhões para setembro deste ano. O fundo do Poder Judiciário poderá representar recursos da ordem de R$ 350 a 500 milhões para os próximos anos”.

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