Marconi é homenageado pelo Hospital Albert Einstein por avanços na Saúde em Goiás

Modelo de gestão por meio de Organizações Sociais é visto como exemplo, segundo presidente do centro hospitalar paulista

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O governador Marconi Perillo (PSDB) recebeu homenagem na noite da última terça-feira (2/6), em São Paulo, do Dr. Cláudio Luiz Lottenberg, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein e do Hospital Albert Einstein, pelos avanços conquistados na área da Saúde, desde a implantação do modelo de gestão por meio de Organizações Sociais (OSs) no Estado de Goiás.

Lottenberg homenageou o governador e a primeira-dama, Valéria Perillo, em evento privado, que reuniu cerca de 30 pessoas representativas da comunidade judaica brasileira. Entre elas estavam João Doria (Grupo LIDE), o economista Andrea Calabi e o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, além de médicos, empresários e intelectuais.

“Fiquei muito impressionado com a eficiência e a modernidade do modelo de gestão na área da saúde implantado pelo governador Marconi Perillo, especialmente no Hugo 1, que eu tive a oportunidade de visitar”, declarou Lottenberg.

O presidente do Hospital Albert Einstein ressaltou à plateia a ousadia do governador ao implantar novo modelo de gestão e eficiência administrativa, que “deveria servir de exemplo para o País”. “Recentemente, ele implantou um ajuste fiscal também diferenciado, que concilia eficiência administrativa e sem aumentar impostos. Goiás é um Estado progressista e isso é resultado de uma gestão moderna continuada e dinâmica, graças aos períodos do governador Marconi Perillo à frente do Governo de Goiás”, salientou.

Em discurso, o governador Marconi Perillo falou de suas experiências ao longo dos três mandatos e dos desafios do atual, marcado pela crise econômica nacional, e ressaltou que o ajuste da máquina administrativa para enfrentar a crise foi possível graças ao resultado de cortes de despesas, que preparou o Estado para enfrentar uma queda de 15% na arrecadação.

“Não esperamos a crise chegar. Procuramos nos antecipar ao máximo aos efeitos dela e reduzimos o tamanho da máquina administrativa para enfrentar a queda na arrecadação, que chega a 15%. Não fizemos isso à custa de aumento de impostos; 80% do ajuste foi feito com redução das despesas do Executivo, com corte de mais de 10 mil cargos e redução do total de secretarias de 16 para 10”, pontuou Marconi.

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