Marconi diz que Caiado deveria arregaçar as mangas e começar a trabalhar

Gestão atual audita 2.500 contratos, entre eles, de comidas e iguarias servidas na época do tucano

Foto: Reprodução

Em resposta à publicação da coluna Radar, da Revista Veja, que noticiou a abertura de investigação pelo governo goiano sobre banquetes de Marconi Perillo, o ex-governador afirmou que gestão atual divulga fake news.

“O governo atual recorre sistematicamente a fake news políticas e administrativas para tentar desviar o foco de sua paralisia e incompetência no atendimento às demandas da população, que é seu verdadeiro dever”, disse.

Além de questionar o sumiço da prataria do Palácio das Esmeraldas, residência oficial do governo de Goiás, gestão Caiado audita 2.500 contratos, entre eles de comidas e iguarias servidas na época de Marconi Perillo.

O tucano explicou, em nota, que ao deixar o governo de Goiás, em 6 de abril de 2018, entregou um inventário completo, com fotos e informações detalhadas, de todo o acervo do Palácio das Esmeraldas, residência oficial dos governadores. Segundo o ex-governador, o inventário foi devidamente publicado e está disponível para consulta.

De acordo com o tucano, o governo atual fez o caminho inverso: fechou as portas do Palácio das Esmeraldas ao público, convertendo a residência oficial em espaço reservado a festas e banquetes para amigos e familiares do governador, “conforme amplamente registrado pela imprensa do Estado”.

“As ilações feitas contra as nossas gestões são de enorme irresponsabilidade e cretinice, frutos do ódio de uma administração incompetente e perdida, totalmente incapaz de exercer as funções para as quais foi eleita pelos goianos há quase um ano – um verdadeiro vício em maledicências, baixarias e em fake News”, disse Marconi. (Com informações da Revista Veja)

Confira a nota de Marconi Perillo na íntegra:

“O governo atual recorre sistematicamente a fake news políticas e administrativas para tentar desviar o foco de sua paralisia e incompetência no atendimento às demandas da população, que é seu verdadeiro dever.

Ao deixar o governo de Goiás, em 6 de abril de 2018, entreguei um inventário completo, com fotos e informações detalhadas, de todo o acervo do Palácio das Esmeraldas, residência oficial dos governadores. O inventário foi devidamente publicado e está disponível para consulta. São absolutamente mentirosas as afirmações de supressão de objetos da residência oficial.

Conforme demonstra o inventário, entregamos o Palácio das Esmeraldas com um acervo muito maior do que aquele que recebemos oito anos antes, em 1.º de janeiro de 2011. Nele estão devidamente registradas inclusive peças recebidas como presentes pessoais, caso, entre muitos outros, de uma tela da artista plástica goiana Ana Maria Pacheco, reconhecida internacionalmente. Doamos essas peças em função da compreensão de que elas pertencem à população de Goiás e merecem ser vistas e admiradas por todos.

Todos os eventos realizados no Palácio das Esmeraldas foram recepções modestas, públicas e de caráter oficial, destinadas à prestação de contas das atividades administração, à apresentação, divulgação de ações e à celebração de parcerias entre governo e instituições da sociedade civil organizada. Reduzimos o gasto público com os eventos e proibimos a aquisição de bebidas alcoólicas para as recepções.

Todas as informações sobre a realização dos eventos em nossos governos foram devidamente registradas e publicadas no Portal da Transparência do Estado.

Como parte da parceria entre o Governo de Goiás e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para a recuperação do patrimônio art déco de Goiânia, transformamos a área social da residência oficial em espaço cultural permanente, que passou a abrigar alguns dos principais eventos do calendário cultural do Estado.

O governo atual fez o caminho inverso: fechou as portas do Palácio das Esmeraldas ao público, convertendo a residência oficial em espaço reservado a festas e banquetes para amigos e familiares do governador, conforme amplamente registrado pela imprensa do Estado. Conforme é possível aferir nos órgãos de controle, não há qualquer informação disponível sobre os valores dispendidos nesses eventos privados.

As ilações feitas contra as nossas gestões são de enorme irresponsabilidade e cretinice, frutos do ódio de uma administração incompetente e perdida, totalmente incapaz de exercer as funções para as quais foi eleita pelos goianos há quase um ano – um verdadeiro vício em maledicências, baixarias e em fake news.

O governador deveria, em vez disso, arregaçar as mangas e começar a trabalhar, de uma vez por todas.”

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Rubens de Oliveira Machado Júnior

Com todo respeito ao Ex.Governador e sem dar mais honra do que merece o atual, entendo que Marconi Perillo não tem legitimidade nenhuma pra falar DE RONALDO CAIADO. Um e Ex.Governador respondendo a inúmeras acusações de corrupção, além de já ter sido preso. O outro em que pese tantas decisões controversas e até incoerentes com o discurso pré eleitoral, tem uma conduta ilibada.

Olivio junior

E revoltante ler isso. Um governador que trabalhou como vc marconi… Trabalhou muito. Muito mesmo. Para quebrar o estado de Goias. Vender a Celg por uma ninharia. Aposentar sua esposa sem ter trabalhado. Dar emprego a um punhado de parentes. Ter inumeros processos nas costas e fugir de Goias pra nao ser questionado. Vc e uma vergonha e vai mofar na cadeia ainda. Quando a corda arrebentar pro lado do Rincon e ele abrir o bico ai vc vai ver. Dona valeria levando quentinha pra vc no presidio.

Helvio Borges Rezende

Pensou que ser governador é o mesmo que set médico! Anestesia e bisturi! Não é bem assim! O povo não é bobo.
Caiado nunca mais será governador!

João Aquino Batista

A verdade é que Ronaldo Caiado não estava e nunca estará preparado para ser governador. A sua ambição pessoal pelo cargo e seu ódio cego por adversários políticos, estão travando a administração pública de Goiás e causando mais problemas do que apresentando soluções à população goiana. Agora, ele quer impor o RRF, que transfere ao governo federal o poder que ele deveria exercer mas não consegue.