Marconi busca alinhamento com Dilma em posse de Kassab e Kátia Abreu

Em Brasília, governador reforça parcerias com o novo ministro das Cidades — amigo de Vilmar Rocha –, e a goiana, que vai ocupar Ministério da Agricultura

Marconi (ao centro) participa de posse novos ministros de Dilma | Fotos: Fabio Rodrigues Pozzebom (ABr), Lailson Damasio e Marcello Casal Kr (ABr)

Marconi (ao centro) participa de posse novos ministros de Dilma | Fotos: Fabio Rodrigues Pozzebom (ABr), Lailson Damasio e Marcello Casal Kr (ABr)

O governador Marconi Perillo (PSDB) acompanha na manhã desta segunda-feira (5/1), em Brasília, o evento que empossa Gilberto Kassab (PSD) no Ministério das Cidades para o segundo mandato de Dilma Rousseff (PT). A presença do tucano na capital federal reforça a intenção dele em manter relação próxima com o governo da petista, além de alinhar sua gestão a da União.

E o interesse dele está justamente nos frutos que a amizade entre o ex-deputado federal Vilmar Rocha e o ex-prefeito de São Paulo podem gerar para sua administração. Ao anunciar o ex-chefe da Casa Civil para a Secretaria estadual do Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos, Marconi Perillo citou a possibilidade de Gilberto Kassab assumir o Ministério de Cidades. “Vai melhorar ainda mais o trânsito em Brasília, já que Vilmar tem um bom diálogo com Kassab, além de serem do mesmo partido”, destacou o governador.

Ao tucano, o ex-prefeito Gilberto Kassab teria dito que as portas de seu gabinete ficariam sempre abertas caso Vilmar Rocha fosse indicado ao cargo. Até mesmo a presidente Dilma Rousseff reconhece o trabalho do ex-deputado federal goiano. Nos bastidores, comenta-se que a petista o chama de “Gilberto Kassab de Goiás”. Principalmente por sua diplomacia política.

Marconi Perillo também vai participar da posse de Kátia Abreu (PMDB) no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento às 16 horas, na Esplanada dos Ministérios. A peemedebista preside a Con­federação Nacional da Agri­cultura (CNA). Ela foi reeleita senadora para mais um mandato de oito anos, deixando a vaga para Donizete Nogueira (PT), que toma assento na cadeira na condição de seu primeiro suplente

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