Mansueto defende linha de crédito para empresas endividadas durante pandemia

Para secretário do Tesouro Nacional, rombos nos cofres públicos para conter efeitos da pandemia são necessários e temporários

Mansueto Almeida, autor do Projeto de Recuperação Fiscal | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, o rombo primário nas contas públicas neste ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, será entre R$450 e R$500 bilhões. Mesmo assim, ele defende que o gasto é necessário e temporário, e devem ser feitos para tentar controlar os impactos sociais e econômicos da Covid- 19.

Ele disse nesta terça-feira, 7, que o governo busca meios de editar uma medida provisória que libere créditos para empresas que tenham dívidas com o governo. No entanto, aquelas que tenham débitos com a Previdência Social estão constitucionalmente excluídas dessa alternativa.

Mansueto também demonstrou preocupação com a lei de Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF) que recebeu seu nome (Plano Mansueto) deverá ser votada hoje na Câmara dos Deputados. “Talvez neste momento a gente deva se concentrar nas coisas de curto prazo com foco em saúde e nas pessoas de baixa renda e geração de emprego. Essa parte mais estrutural, inclusive investimento público, deixar para depois”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.