Manifestantes da CUT paralisam Eixo Anhanguera por quatro horas

Protesto contra a terceirização ocorreu na madrugada de sexta-feira (29); Um novo ato será promovido a partir das 9 horas na Praça dos Bandeirantes

Bruna Aidar

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) promoveu, nesta sexta-feira (29), um protesto que paralisou a saída da Metrobus das 3h30 às 7h30 da manhã. No período, o Eixo Anhanguera ficou sem circular, mas a situação já foi regularizada. Segundo a presidente da CUT Goiás, Bia de Lima, o protesto faz parte de um Ato Nacional contra a terceirização.

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Manifestantes em frente à garagem da Metrobus| Foto: Assessoria CUT

“Queremos mostrar para a população os efeitos nocivos da terceirização”, disse a presidente. Uma nova manifestação foi marcada para as 9 horas na Praça do Bandeirantes e deve durar cerca de três horas.

Segundo Bia de Lima, “Goiás já está com um processo de terceirização na saúde e agora quer estender para a educação e a segurança pública”. Bia criticou que o mesmo possa ocorrer na Metrobus e na Celg.

Os manifestantes também atuaram na garagem da Rápido Araguaia, mas tiveram que interromper o processo quando dois deles foram presos. “A soltura dos companheiros foi um dos pontos da negociação para liberar o Eixo”, afirmou Bia de Lima. As linhas de ônibus da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) não foram afetadas.

 

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