Major Eldecirio é criticado por esconder que Estado é o responsável pelo novo hospital de São Luís de Montes Belos

Unidade foi estadualizada e será referência para o atendimento de casos de coronavírus na região

O prefeito Major Eldecirio, de São Luís de Montes Belos, tem sido criticado por moradores mais atentos do município. Motivo: ele em assumido a paternidade das obras que teve pouca ou nenhuma participação de seu mandato.

Circula nos grupos de WhatsApp a crítica à sua postagem sobre o Hospital Dr Geraldo Landó. Ele assumiu genericamente a obra e omite a verdade obre seu funcionamento. O hospital foi, de fato, estadualizado pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) através da Lei nº 20.769, de 16 de abril de 2020.

No texto divulgado no Instagram, o prefeito publica uma foto da inauguração da UTI e o texto. Nele diz que é “mais um sonho realizado”. Se refere à UTI, mas se esquece de fazer referência ao que de fato ocorre no hospital, que conta com 51 leitos.

De acordo com técnicos da unidade, o hospital servirá para atender as regiões Oeste 1 e Oeste 2 – caso de Iporá e São Luis de Montes Belos. A estadualização marca uma era de intervenção tendo em vista regionalizar o atendimento.

Hospital de São Luís

O Hospital Dr. Geraldo Landó, no município de São Luís de Montes Belos, foi estadualizado pelo governador Ronaldo Caiado por meio da Lei nº 20.769, de 16 de abril de 2020. Assim, a gestão da unidade passa a ser realizada pelo Estado de Goiás.

Por meio da Portaria 538/2020 de 28 de abril de 2020, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás definiu que no Hospital de São Luís de Montes Belos será implantado um Hospital de Campanha para atendimento de casos de coronavírus e/ou síndromes respiratórias agudas que necessitem de internação;

Após a pandemia de Covid-19, a unidade continuará servindo a população como uma unidade de caráter regional.

Estrutura

A previsão é que a unidade conte com 50 leitos, sendo que 10 destes serão Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Essas UTIs serão as primeiras da rede pública nas regiões Oeste I e II de Goiás, que abrangem 29 municípios. O local também deve ter aparelho de tomografia.

O local será gerenciado por Organização Social (OS) e a SES-GO já está realizando os trâmites necessários para definir qual OS irá assumir a unidade.

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