Mais um vereador de Goiânia é alvo da justiça

Desta vez, Wellington Peixoto tem decisão desfavorável em processo que apura esquema de compra de carteiras da OAB

Foto; Fernando Leite/Jornal Opção

O vereador Wellington Peixoto (MDB) falou ao Jornal Opção sobre o andamento do processo envolvendo seu nome em um suposto esquema de compra de carteiras da OAB. “Está sendo julgado, mas ainda cabe recurso, embargos e efeitos suspensivos”, explica o parlamentar.

Peixoto afirma estar tranquilo em relação ao processo, “até porque não tem não tem questão eleitoral envolvida”. O fato teria ocorrido em 2006 e o processo vem se arrastando na justiça desde então, chegando agora à segunda instância.

“Isso veio à tona na época da minha primeira candidatura, depois em minha reeleição. Mas, graças a Deus, obtive sucesso por não ser um crime eleitoral”, detalha, ao pontuar que está confiante já que seus advogados trabalham em sua defesa. “Agora é aguardar a decisão da justiça”, completa.

O parlamentar diz ainda que, eleitoralmente, está tranquilo. Ele detalha que na primeira fase não foram encontrados indícios de sua participação, mas que na segunda fase isso é apontado no processo.

“Eu já disse isso, todos os estudantes naquela época tiveram acesso à prova. Foi uma grande bagunça e muitos estudantes tiveram acesso às questões, eu nunca neguei isso. Mas não houve questão financeira, não comprei a carteira da OAB e isso está sendo comprovado em minha defesa”, argumenta Peixoto.

Por fim, Wellington destaca que já passou por esse desgaste em outros períodos eleitorais quando a denúncia saiu na imprensa, mas espera que as pessoas saibam “novamente” diferenciar o trabalho político dessa questão. “Até, porque nessa época eu sequer imaginava em entrar para a política. mas estou confiante no resultado do processo”, conclui.

Recentemente, os vereadores Zander Fábio (Patriota), Sargento Novandir, Tatiana Lemos (PCdoB), Emilson Pereira (Podemos), Sargento Novandir (Podemos), Tiãozinho Porto (Pros) e Divino Rodrigues (Pros) também sofreram derrotas na justiça. Os processos estão em tramitação e são passíveis de recurso.

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