Lula oscila para 45%, Bolsonaro para 31%, Ciro Gomes para 8% e Dória mantém 3%

Pesquisa foi divulgada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) na última sexta-feira, 22, e aponta oscilações dos três melhores colocados

Divulgada na última sexta-feira, 22, a pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) encomendada pela XP Investimentos aponta uma oscilação positiva de 1%, dentro da margem de erro (que é de 3,2% para mais ou para menos) se comparada a pesquisa divulgada pelo instituto no dia 6 de abril.  Com isso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que saiu de 44% para 45%; e também para o presidente Jair Bolsonaro (PL), que saiu de 30% para 31%, e aparece com 16% a mais do que o terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT), que oscilou 1% para baixo, saiu de 9% para 8%, e está empatado tecnicamente com o ex-governador de São Paulo João Dória (PSDB), que manteve os 3% nas duas pesquisas divulgadas no mês de abril. 

Na sequência aparecem a senadora Simone Tebet (MDB), que aparece com 2%; o deputado federal André Janones (Avante), que aparece com 2%. José Maria Eymael (DC), Felipe D’Ávila (Novo), Vera Lúcia (PSTU) foram citados, mas não somam mais de 1%. Nulos e brancos (7%) e não sabem (2%) somam 9% e, se for confirmada nas urnas, pode culminar na vitória de Lula ainda no primeiro turno.  

Segundo turno 

Nos cenários de segundo turno testados pelo instituto, o presidente Jair Bolsonaro só vence o ex-governador tucano. Aparece com 39% contra 38% para João Dória e estão empatados tecnicamente. No cenário contra o ex-presidente Lula, Bolsonaro perde por 54% contra 34% e perde para Ciro Gomes, 38% a 46%. Lula ainda venceria o cenário contra o pedetista, 52% a 24% e também contra o ex-governador tucano, por 55% a 19%.  

Probabilidade de voto 

Assim como no cenário de 6 de abril, foi testado a “probabilidade de voto”. Lula aparece com 46%. O petista é lembrado por 44% dos eleitores que têm certeza, 12% de “potencial” e uma rejeição de 42%, mais 1% de desconhecimento. O pedetista Ciro Gomes aparece na sequência, com 51%; 12% de certeza; 39% de “potencial”, 44% de rejeição e 5% de desconhecimento sobre o seu nome. Bolsonaro aparece com a maior rejeição: 61%. A certeza de voto ao presidente da República é de 30% e 7% de “potencial” formam uma possibilidade de 37%. Outros 1% desconhecem o liberal. 

O potencial para Dória é de 34%, 4% de certeza, mais 30% de potencial; além de uma rejeição de 55% mais 10% de desconhecimento.  

A senadora Simone Tebet, o deputado federal André Janones, e D’Ávila aparecem com um desconhecimento maior do que o conhecimento ao seu nome. 47% para a emedebista, 54% para o deputado do Avante e 56% para o pré-candidato do Novo. Nenhum deles apresenta mais de 3% de certeza e somente a senadora apresenta 17% de potencial eleitoral: 3% de certeza e 14% de “poderia votar”. Os demais não chegaram a 10%.  

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05747/2022 e foi realizada por telefone com mil entrevistados entre os dias 18 e 20 de abril. Como citado acima, a margem de erro é de 3,2% para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95,45% 

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