Lívio Luciano afirma que apresentará apenas uma emenda ao projeto dos incentivos

Deputado estadual e relator da matéria, que estevem em reunião com Ronaldo Caiado e outros parlamentares nesta segunda-feira (3), disse que Goiás vai continuar competitivo 

Lívio Luciano| Foto: arquivo

Após horas reunidos com o governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) em um hotel de Goiânia, para tratar do projeto de de convalidação dos incentivos fiscais e da PEC do Orçamento Impositivo nesta segunda-feira (3/11), alguns deputados começaram a deixar o local, visivelmente cansados. Apesar disso, com quase todos parlamentares presentes, Lívio Luciano, relator das matérias da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), afirmou que o encontro foi positivo.

“A reunião se deu mais pra mostrar a importância desses projetos, e o momento ímpar em que a situação financeira do Estado está vivendo que, como todo mundo sabe, não é boa” declarou ele, afirmando que foi pontuado durante a conversa que o “déficit de Goiás está em R$ 7 bilhões”.

Focando no projeto dos incentivos, Lívio lembrou que os empresários fizeram as reivindicações , mas que na reunião foi reforçada a importância de que os ajustes, sugeridos por Caiado e apresentado em forma de substitutivo ao projeto do governador José Eliton (PSDB), sejam feitos.

O parlamentar confirmou que este é o momento de resolver a situação e que, por isso, para tentar amenizar os ânimos entre o que deseja o governador Caiado e os empresários, irá apresentar uma “emenda cola”, para que o Estado continue competitivo.

Segundo Lívio, essa emenda permite com que Goiás “cole” ou copie, incentivos fiscais de Estados da mesma região que estiverem praticando descontos maiores. “Como já entreguei meu relatório, que teve pedido de vista mas pode ser votado nesta terça-feira (4), iremos apresentar a emenda no plenário e votar a matéria”, explicou deixando à mostra que há pressa pela votação.

A pressa, porém, é por conta dos prazos estipulados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que apesar de ter prorrogado para julho de 2019 a obrigação de os Estados fazerem essa reinstituição, os parlamentares afirmam que o projeto do governador seja votado ainda este ano.

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