Presidente da Alego afirmou que população de Goiás precisa de senador que pense para frente e tenha ficha limpa

Em entrevista ao Programa Beto Mendes, da Rádio Alvorada FM de Rialma, o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e pré-candidato ao Senado, Lissauer Vieira (PSD), criticou a gestão do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), possível adversário na corrida para o Senado. Lissauer destacou problemas da passagem de Marconi pelo governo e pelo Senado, afirmando que o adversário já teve a oportunidade dele num outro momento e a população de Goiás não quer voltar ao passado. “O povo goiano não quer voltar para anos atrás, quando tínhamos Goiás estampado nas paginas de corrupção, de falcatruas. O que nós queremos agora é pensar pra frente”, declarou.

O presidente da Alego também comentou números da corrida ao Senado, que pode contar com Marconi, que ainda não definiu se disputa mandato de senador, governador ou mesmo se irá colocar o nome nas eleições de 2022. O ex-governador desponta como líder de intenções de voto em pesquisa do Instituto Real Time Big Data, contratado pela Record Goiás, com 18 pontos percentuais a frente do segundo colocado, João Campos. Marconi tem 27% das intenções de voto e João Campos (Republicanos), tem 9%. Na mesma pesquisa, Lissauer Viera aparece com 3%. Apesar disso, Lissauer destaca um outro dado que considera importante para o pleito. “Ao mesmo tempo em que ele lidera a pesquisa, ele lidera também a rejeição, que é altíssima”, pontua.

Para Lissauer, Marconi já foi rejeitado nas últimas eleições, quando “o povo disse não ao ex-governador”, por problemas percebidos nas gestões. “São obras inacabadas, promessas não cumpridas, problemas estruturais, dívidas faraônicas, programas sociais que não foram concluídos, falta de repasse de saúde e educação para municípios e tantos outros problemas de credibilidade que o Estado de Goiás vivia.”

Ainda na entrevista, o presidente da Alego afirmou que no governo de Perillo, Goiás não tinha condição de obter empréstimos com bancos ou com o Tesouro Nacional, por estar negativado, mas hoje e a realidade é outra. Diante disso, ele acredita que o povo vai analisar o passado de cada candidato e, então, pesar o histórico na hora do voto. “Goiás precisa de um senador que tenha ficha limpa e que pense pra frente”, declarou. “Nós precisamos de gente nova, de cabeça nova, de representatividade nova no Senado e essa é a nossa proposta”.