Lissauer defende valorização dos professores dentro das possibilidades financeiras reais do Estado

Para o presidente da Alego, deputados aprovaram PEC da Educação por entenderem que isso era necessário diante da dificuldade que o Estado está passando

Lissauer Vieira | Foto: Fábio Costa/Jornal Opção

O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Lissauer Vieira (PSB), falou sobre a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de Vinicius Cirqueira (Pros), que traz consigo a emenda aditiva do líder do governo Bruno Peixoto (MDB), a chamada PEC da Educação. “A votação foi polêmica, tivemos debates acalorados e isso é natural no parlamento”, destacou Lissauer.

A aprovação, segundo o presidente da Alego, é fruto da convicção dos deputados, “que votaram conforme sua consciência”. Ele também pontuou o trabalho de convencimento feito pelo governo junto aos deputados da base e, alguns, até de oposição. “Muitos entenderam que era necessário diante da dificuldade que o Estado está passando e, também, por conta de os governos passados nunca terem cumprido a vinculação”, explicou.

Sobre as demais pautas levantadas pela categoria, como o pagamento do piso salarial, progressões, entre outras, Lissauer disse que o governador Ronaldo Caiado sinalizou que está aberto às tratativas. “Os professores precisam ser valorizados, porém defendemos isso dentro das possibilidades reais de disponibilidade financeira do Estado”, defendeu.

“O Estado não tem condições financeiras de ceder a tudo o que a educação merece. Mas, vamos continuar dialogando para fazer tudo o que for possível e para que a educação também saia vencedora nesta situação”, afirmou Vieira.

A PEC da Educação prevê a junção do orçamento de 2% aos 25% da educação básica, mas, ainda, a retirada de cerca de 4% dos inativos e remanejamento para o Goiás Previdência.

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