Líder LGBTQIA+, Warley Barbosa aposta em candidatura por defesa de minorias


Pré-candidato a vaga na Alego, ele deve fazer dobradinha com o empresário anapolino Márcio Corrêa, que vai a deputado federal

Aos 47 anos, Warley Barbosa (MDB) é natural de Itaberaí e tem longa experiência em militância política e trabalho em campanhas para parlamentares e prefeitos. Agora, a convite do Movimento Democrático Brasileiro, aceitou o desafio para se lançar candidato a deputado estadual pela primeira vez, para atuar em benefício de minorias, especialmente da causa LGBTQIA+, da qual é nato. Para ele, é necessário aproveitar parcerias que promovam discussões que considera nobres. “Creio que enquanto não temos no nosso quadro alguém que, como eu, realmente represente a classe, temos sim que sentar e conversar e caminhar juntos com os que oferecem oportunidades para uma candidatura nesse nível”, explica.

Segundo Warley, o convite para a pré-candidatura partiu após discussões entre amigos com a intenção comum de elevar a discussão em ambientes políticos. A partir daí, um desses amigos levou a pauta diretamente para o presidente estadual do MDB, Daniel Vilela, que sugeriu a aproximação. Cerca de dois dias depois, então, o convite oficial veio por meio do contato com Nivaldo Mello, presidente do MDB Itaberaí que “ansiava por minha pré-candidatura, pela minha disposição em discutir a sociedade pela ótica LGBTQIA+.” A pré-candidatura de Warley Barbosa deve evoluir ao lado do projeto de Márcio Corrêa (MDB), empresário anapolino e integrante da base do governo Caiado, que deve ser candidato a deputado federal e compor dobradinha.

Além de atuante na vida política, Warley foi professor por muitos anos e hoje é autônomo. Casado, garante que sempre teve respeito e acolhimento dos pais em casa e hoje já é “pai de um jovem lindo que sempre teve orgulho do que sou e, inclusive, avô de uma linda menina.” Com a junção da experiência pessoal com a política, acredita ser capaz de contribuir para a discussão sobre minorias e propor políticas públicas voltadas substancialmente para esses grupos, especialmente a partir do olhar de vivência no interior. “Infelizmente não são todos que tiveram o apoio irrestrito da família como eu tive, assim como na sociedade não são todos que são devidamente amparados em suas famílias. Por isso acredito na força do estado que se propõe a discutir e planejar políticas públicas que resguardem cidadania a todos, sem discriminação de qualquer natureza”, aponta.

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