Leitos de hospitais particulares se aproximam de colapso

Taxa de ocupação dos leitos está em 81.97% para Unidade de Terapia Intenvisa (UTI) exclusivas para a Covid-19 em hospitais particulares no estado de Goiás

A taxa de ocupação dos leitos no início deste é alarmante, não somente no Sistema Único de Saúde (SUS), mas também na rede privada. Há duas semanas, a Associação dos Hospitais Particulares de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg) publicou nota alertando para que o risco de colpaso nas instituições associadas.

A taxa de ocupação dos leitos está em 81.97% para Unidade de Terapia Intenvisa (UTI) exclusivas para a Covid-19 em hospitais particulares no estado de Goiás, na tarde desta segunda-feira, 1. A última quinta-feira, 25, registrou 215 internações, número considerado pico dos últimos meses. Somente pacientes da doença causada pelo coronavírus foram 141. Pico parecido foi registrado em 29 de outubro do ano passado, com 204 internações, mas 87 de Covid-19.

Nas enfermarias dos hospitais particulares em Goiás, houve pico de internações na quarta-feira, 24, com 565 pacientes buscando leitos de enfermaria, sendo 164 por Covid-19.

A taxa de ocupação na enfermaria para Covid-19 deste tipo de instituição está em 74.29%. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde.

Com rede própria, o Sistema Hapvida em Goiás possui taxa de ocupação de leitos de 82,2% (dados referentes até 28 de fevereiro).

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