Lêda Borges defende Estado necessário e repudia alterações no programa Passe Livre Estudantil

Deputada considera que Estado mínimo é “marcado pela diminuição da capacidade de se prestar serviços ao povo”

Foto: Arquivo

A deputada estadual Lêda Borges (PSDB) defende veementemente a política do Estado necessário. Ou seja, nem máximo, nem mínimo. Questionada sobre o assunto, a parlamentar disparou: “O que temos assistido hoje no Brasil? As privatizações. Não se trata nem de uma gestão compartilhada como as OSS”. Em seguida, recordou que o PSDB, do ex-governador Marconi Perillo, foi “massacrado” como o partido das privatizações. “E hoje só se vê falar nisso”, completou.

“Sou contra a privatização dos Correios e de outros serviços essenciais para a população. Quando há privatização, a única preocupação é o lucro”, disse. Para ela, essa é a política do Estado mínimo. “Esse estado também é marcado pela diminuição da capacidade de se prestar serviços ao povo”, o que a parlamentar diz repudiar.

Os programas sociais criados pelo governo Marconi criou, o que ela considera a política de um Estado necessário. “Não podemos achar que a necessidade do cidadão cabe fechada no orçamento. Ai é que temos que ser corajosos e buscar mais recursos, ampliar nossa capacidade de investir e até de dever”, destacou.

Para ela, “o cidadão tem a necessidade premente e não se pode dizer ‘Sinto muito. Você me traz prejuízo’ ao povo”.  Borges aproveitou ainda para comentar o fechamento de unidades escolares como redução de despesas no governo Caiado. “Como professora e política, fiquei aterrorizada com essa postura”.

“O governador dizer que economizou R$ 254 milhões com o fechamento de escolas, isso para mim é vergonhoso”, considerou. “Temos é que oferecer aula para os alunos onde eles estiverem. Se a escola possui 20 alunos é porque esses 20 precisam daquela unidade escolar. É preciso entender que alunos, jovens e idosos são investimento social”.

Passe Livre Estudantil

Antes de expor sua opinião sobre as alterações implícitas ao programa Passe Livre Estudantil, Borges disse que é importante entender que a vulnerabilidade dos jovens não é unicamente econômica e financeira. “Os jovens possuem várias vulnerabilidades. O risco da criminalidade é uma delas”

Para ela, “quando você retira o benefício desses jovens, que mesmo não estando no programa Bolsa Família ou no Renda Cidadã não deixam de ser jovens nem de precisar do transporte, isso é retirar um direito assegurado a juventude”.

Por fim, a parlamentar considerou ser “totalmente contra uma política seccionista”. “Quem anda de ônibus não anda porque quer e sim porque precisa”, finalizou.

Uma resposta para “Lêda Borges defende Estado necessário e repudia alterações no programa Passe Livre Estudantil”

  1. Avatar gabriel kennedy xavier cordeiro disse:

    oi bom dia como que faço pra resolver passe livre estudadil

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