Promotor do Ministério Público de Goiás havia pedido bloqueio das contas do Estado, quando estava sob gestão de José Eliton (PSDB)

Foto: Divulgação

A partir desta sexta-feira, 11, o salário dos servidores do Estado já passa a ser considerado em atraso. Em dezembro, o promotor Fernando Krebs, do Ministério Público de Goiás, havia pedido um bloqueio das contas do governo para que o pagamento fosse quitado.

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O pedido havia sido negado pela justiça, porque a administração estadual ainda estava em dia com o repasse dos salários. Com a eminência do atraso, o Jornal Opção contatou Krebs, que disse que, dessa vez, só poderá entrar com novo pedido, caso o MP seja provocado por alguma parte interessada – seja servidor, seja sindicato.

Segundo ele, o bloqueio requisitado anteriormente foi feito em plantão forense e, por isso, poderia ser realizado sem provocação externa. “Terá que ter um novo fato, por meio de solicitação de servidores, e, então, a demanda será distribuída no MP”, explicou.

Caso as partes entrem com pedido de intervenção do Ministério Público, a ação poderá ser feita por qualquer promotor, não necessariamente ele, explica Krebs. “Vai depender de para quem será demandado”, disse.