Justiça rejeita denúncia de tráfico de influência contra líder do MBL

Em novembro do último ano, a 1ª Vara de Crimes Tributários já havia rejeitado a denúncia em desfavor de Renan Santos

Renan Santos, um dos lideres do Movimento Brasil Livre (MBL) foi inocentado da acusação de tráfico de influência. A decisão foi da 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo. Na sentença, o juízo não constatou um mínimo de prova sobre a materialidade do crime praticado pelo réu.

O Ministério Público ajuizou ação responsabilizando Renan por se beneficiar de sua influência junto a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Na peça consta que ele teria contratado um empresário para ocupar cargo na imprensa do Estado de São Paulo (Imesp) e em troca receberia doações via superchat do YouTube.

Ao analisar a sentença, o relator Camilo Lélis não conseguiu identificar a conduta praticada por Renan, a qual poderia ser enquadrada no tipo penal do tráfico de influência. “A peça acusatória não trouxe fundamentos consistentes que levasse ao praticado pelo acusado”, explicou. Em novembro do último ano, a 1ª Vara de Crimes Tributários já havia rejeitado a denúncia em desfavor de Renan.

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