Justiça Eleitoral determina nova busca e apreensão em escritório de Iris

Determinação da 146ª Zona Eleitoral de Goiânia busca documentos que comprovem que coligação estaria abastecendo carros que colocassem adesivos do candidato

A Justiça Eleitoral expediu um mandado de busca e apreensão em todos os locais de campanha da Coligação Experiência e Confiança, do candidato Iris Rezende (PMDB). A decisão da juíza Rozana Fernandes Camapum, da 146ª Zona Eleitoral de Goiânia diz respeito às informações de que a chapa de Iris estaria doando combustível para quem adesivasse os carros, o que configura crime eleitoral.

Foi determinada, então, a busca por comprovações de requisições de combustível. Na decisão, a juíza afirma que para cumprimento da ordem estariam autorizados “arrombamento e reforço policial” e que, em caso de condutas iguais, seria estipulada uma multa diária de R$ 500 mil.

As buscas foram realizadas na tarde deste sábado (29/10) e não foi encontrado nenhuma comprovação do crime eleitoral.

Foram divulgadas duas imagens dos carros no posto que doaria o combustível em troca da adesivação do carro:

posto-de-gasolina

Foto: Reprodução

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Foto: Reprodução

Em nota, a Coligação Experiência e Confiança, do candidato Iris Rezende, explicou que o processo foi extinto pela mesma juíza que expediu o mandado de busca e apreensão, já que nada foi encontrado.

Confira a nota, na íntegra:

A juíza eleitoral Rozana Fernandes Camapum determinou a extinção do processo que acusava o candidato da Coligação Experiência e Confiança, Iris Rezende (PMDB), de compra de voto. A acusação partiu da Coligação Uma Nova Goiânia. Busca e apreensão ocorrida na tarde deste sábado, 29, não encontrou nenhuma prova de que houve troca de votos por combustível.

Na decisão, a magistrada diz que o processo foi usado para fins eleitoreiros pela coligação adversária ao peemedebista e que foi induzida ao erro, no momento da decisão. Rozana também citou que chegaram a circular pelo WhatsApp divulgação já feita em vários sites da internet que informavam, erroneamente, que ela havia decido que Iris estava comprando votos. “Nada restou provado neste sentido”, explicou.

Na decisão, a juíza pede que veículos da imprensa e sites da internet não publiquem notícia sobre suposta compra de votos por parte de Iris Rezende, sob a pena de multa diária de R$ 500 mil e suspensão por 24 horas.

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