Justiça do Paraguai nega pedido de prisão domiciliar para Ronaldinho Gaúcho e irmão

“Não podemos correr o risco dessa investigação acabar por causa de uma fuga” declarou juiz Gustavo Amarrilla

Foto: Reprodução.

O juiz Gustavo Amarrilla decidiu nesta terça-feira, 10, que Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, permanecerão em prisão preventiva em Assunção, no Paraguai. O magistrado não aceitou o argumento da defesa do ex-jogador, que requereu prisão domiciliar, e manteve os brasileiros em um presídio de segurança máxima por entrarem no país com passaportes adulterados.

Amarrilla declarou que, nesta altura da investigação, não se pode correr o risco de fuga. “Se mantém a medida cautelar de prisão na Agrupación Especializada. A investigação tem menos de uma semana. E está ficando claro o tamanho deste caso, com novas revelações. É de responsabilidade minha, do poder judicial, garantir a continuidade dessa investigação. Não podemos correr o risco dessa investigação acabar por causa de uma fuga ou de uma saída do Paraguai. A liberdade de Ronaldinho poderia significar obstrução da investigação ou fuga” justificou o juiz.

O Ministério Público do Paraguai alegou que “se trata de uma investigação com atos que atentam contra a segurança de documentos de identidade do Paraguai” e pediu ao juiz autorização para realizar perícia nos telefones celulares de Ronaldo e Roberto para investigar outros crimes que podem ter sido cometidos por terceiros.

Ronaldinho e Assis estão detidos na Agrupación Especializada da Polícia Nacional pelo uso de documentos falsos desde a última sexta-feira, 6.

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