Justiça decreta sigilo sobre investigação da queda de avião de Teori Zavascki

Testemunhas do acidente começam a ser ouvidas pelo MPF e pela Polícia Federal a partir desta terça-feira (24)

Além de Teori, mais quatro pessoas estavam na aeronave no momento da queda | Foto: Reprodução / Twitter

A Justiça Federal do Rio de Janeiro decretou sigilo sobre as investigações que apuram os motivos que causaram a queda do avião que levava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki e outras quatro pessoas ocorrida na última quinta-feira (19/1).

A decisão foi tomada pelo juiz da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis Rafaelle Felice Pirro. A partir desta terça-feira (24), o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal começam a ouvir testemunhas do acidente.

A Aeronáutica informou nesta segunda-feira (23) que o gravador de voz do avião — a chamada “caixa-preta” — sofreu danos ao se chocar com o mar, mas que o equipamento possui duas partes e que o aparelho é altamente protegido. O gravador chegou a Brasília na manhã do último sábado (21) para ser analisado em um laboratório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

A partir deste momento, disse a Aeronáutica em nota, serão seguidos os seguintes passos: secagem do equipamento, verificação da integridade dos dados, processo de degravação e transcrição das conversas. O tempo de duração de todo o processo depende das condições do equipamento.

O MPF solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e à Aeronáutica documentos relativos à manutenção do avião e as gravações de conversas do piloto com a torre de controle. (Com informações da Agência Brasil)

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