José Eliton destaca valorização da Polícia Militar de Goiás, que completa 160 anos

De 1999 a 2018, houve um aumento de 15,71% no efetivo da Polícia Militar, saltando de 11.952 para 13.830 policiais militares

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) completa, nesta sexta-feira (27/7), 160 anos. Criada em 28 de julho de 1858, como Companhia da Força Policial da Província de Goiás, a PMGO é hoje referência para as Polícias Militares de todo o país. Muito disso se deve aos investimentos e recursos destinados à categoria nos governos Marconi Perillo e José Eliton.

A solenidade de comemoração ao aniversário da corporação será realizada no Pátio Tiradentes do Comando da Academia da Polícia Militar e contará com a presença do governador José Eliton e do secretário de Segurança Pública, Irapuan Costa Júnior.

Para o governador José Eliton, que já foi secretário de Segurança Pública, investir na área sempre foi uma prioridade. “Tanto nos governos do ex-governador Marconi Perillo, quanto no meu, sempre priorizamos a Segurança Pública. Afinal, cada cidadão tem o direito de se sentir seguro onde mora. Ao logo desse período, investimos muito na melhoria das condições de trabalho da PM”, diz o governador, ao ressaltar que houve uma média de reajuste médio salarial aos militares, nos últimos 20 anos, de mais de 800%.

José Eliton afirma que investir no policial militar é garantir a segurança da sociedade. “De 1999 a 2018, houve um aumento de 15,71% no efetivo da PM-GO, saltando de 11.952 para 13.830 policiais militares, com a promoção para cerca de 25,4 mil policiais. Também foram construídas, nesse período, 11 Bases Operacionais da corporação, em todo o estado de Goiás”, falou o governador.

Ressalte-se, também, o investimento em Segurança Pública, de 1999 até os dias atuais. Segundo José Eliton, neste período, foi registrado, ao todo, um aumento de investimentos de mais de 1.000% com a Segurança Pública em Goiás. “Os números mostram a importância que os nossos governos sempre deram à Segurança Pública”, destacou.

Já o percentual gasto com a função segurança pública, em 1998, era de 6,51%, sendo a 7º principal conta do orçamento do Estado. Já em 2017, essas contas aumentaram para 13,79% do orçamento estadual, ficando em 3º lugar, atrás somente das áreas de Educação e Saúde, 1º e 2° lugar, respectivamente.

“Os três pilares para um Estado forte são Educação, Saúde e Segurança Pública. Por isso, nunca medimos esforços para investir nestas áreas”, garantiu José Eliton, acrescentando que “os méritos da nossa Polícia Militar transpõem com grande sobra as dificuldades que se interpõem em seu caminho, porque historicamente contou com homens e mulheres que se abnegam na dedicação à sua farda, ao seu distintivo e a seu galardão”.

Mais investimentos 

Criada em 28 de julho de 1858, como Companhia da Força Policial da Província de Goiás, a PMGO é hoje referência para as Polícias Militares de todo o país. Reúne homens e mulheres altamente qualificados para a manutenção da ordem e da segurança pública.

O primeiro quartel da Força Policial da Província de Goyaz foi instalado em 1863 na cidade de Goiás, antiga capital, onde permaneceu até 1936. Em 1940, foi criada a Academia da Polícia Militar. A mudança do nome para Polícia Militar se deu em 1949.

Ainda na sua estruturação, teve início, em 1968, o Curso de Formação de Oficiais da PMGO, o CFO. Dois anos depois, foi implantado o Regulamento Disciplinar do Exército na PMGO, trazendo as normas de ensino do Exército para o Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar (CFAP). O Curso de Formação de Praças (CFP) foi criado no ano 2000.

Em 2006, a Polícia Militar de Goiás estabeleceu um histórico Plano de Combate e Redução da Criminalidade. Em 2012, criou o Comando de Operações de Divisas (COD), que fortalece a segurança nas fronteiras entre os estados.

Nos últimos anos, a integração da PM com outras forças de segurança contribui para uma maior eficiência no combate à violência. Em 2014, com a inauguração do Centro Integrado de Inteligência, Comando e Controle (CICC), na Secretaria de Segurança Pública, tem sido possível identificar pontos críticos e realizar operações conjuntas que resultam na queda de todos os tipos de crime.

Em 2015, o governo criou no seio da corporação a Patrulha Maria da Penha, que acompanha e oferece estrutura para o combate à violência doméstica, bem como o redobrado esforço para evitar o feminicídio.

Em 2016, a corporação recebeu a maior quantidade de armamentos de toda a sua história, tendo praticamente dobrado o número de armas longas, o que significou um melhor aparelhamento das forças policiais para enfrentar a criminalidade, além de melhores condições de trabalho do policial que se sente mais seguro no exercício de sua função.

Em 2018, o governo intensificou a presença da Polícia Militar nos terminais de transporte coletivo na capital e em Aparecida de Goiânia, promovendo uma verdadeira revolução na prevenção ao furto e roubo nos terminais e nos ônibus do eixo Anhanguera.

Nos esforços do governo para reduzir as taxas de criminalidade no Estado estão as ações desenvolvidas dentro da Polícia Militar, com atenção para a região do Entorno do Distrito Federal, situando a criação de novas unidades policiais e o reforço do efetivo naquela região, entre elas o Comando de Operações de Divisas (COD) e o Batalhão da Rotam.

Nos últimos anos, o governo realizou concursos públicos para a Polícia Militar, que resultaram em um aumento de efetivo de mais 6.081 novos policiais na corporação. Além disso, promoveu aumento salarial e benefícios que fizeram da Polícia Militar de Goiás uma das mais bem remuneradas do país.

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Giovanna Moreira

Só esqueceu de um pequeno detalhe, que eles criaram a 3° classe no início de carreira para todos os integrantes da segurança pública. Esta classe tornou o pior início de carreira entre todos os estados do Brasil, com um mísero salário de 1.500 reais e interstício de 11 anos (no mínimo) como soldado.