Jornalistas fazem campanha para exigir a vacinação da categoria

A atividade dos profissionais da imprensa figura como serviço essencial, mas jornalistas e demais trabalhadores da mídia não estão inclusos nos grupos prioritários que devem receber a vacina o quanto antes

Um estudo divulgado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) mostra que o Brasil é o país com maior número de mortes da categoria em decorrência da Covid-19. Somente entre os meses de abril de 2020 e março de 2021, 169 jornalistas morreram por complicações da doença. Conforme ressaltado em manifesto elaborado pela FENAJ, a atividade desses profissionais figura como essencial durante o período de pandemia, uma vez que são eles os responsáveis pela cobertura da doença e seus desdobramentos no país. Os comunicadores são apontados como o terceiro setor com maior número de desligamentos do emprego por causa de morte em 2021, ficando atrás apenas de médicos e trabalhadores do setor de eletricidade e gás. O abaixo-assinado envolve os jornalistas na articulação para inclusão entre os grupos prioritários do Plano Nacional de Imunização (PNI) e será encaminhado ao Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) e Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

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