Jayme Rincón: “Pena que a Justiça tenha de intervir para melhorar o programa eleitoral de Iris”

Coordenador da campanha de Marconi Perillo (PSDB) afirma que é “natural” que a oposição tente criar, “ainda que falso, certo clima de virada”

Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Um dos coordenadores da campanha à reeleição do governador Marconi Perillo (PSDB) e presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón, detalhou nesse sábado (18/10) as ações da coligação Garantia de um Futuro Melhor para Goiás. Para ele, é “natural” que a oposição tente criar, “ainda que falso, certo clima de virada”. “Além disso, nossa campanha continuará da mesma maneira que começou: limpa, honesta e sem mentiras. Ao contrário da deles”, alfinetou.

O presidente da Agetop também exaltou o resultado das urnas do primeiro turno – Marconi teve cerca de 46% dos votos válidos – e já vislumbra vantagem para o governador, neste segundo turno, na região onde a campanha governista teria menor capilaridade. “A região metropolitana de Goiânia será priorizada na última semana antes da votação. Nós já estamos na frente do nosso adversário e o objetivo é aumentar ainda mais essa diferença”, explicou.

Jayme Rincón lembrou ainda a prisão do assassino de mulheres na Capital, o suposto serial killer que, segundo a Polícia Civil, teria matado nos últimos três anos 39 pessoas, entre gays, mulheres e pessoas em situação de rua. Além disso, comentou a indicação por parte de Iris Rezende (PMDB), do senador eleito Ronaldo Caiado (DEM) para Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO) caso vença este segundo turno, que ocorre no próximo domingo (26). “Iris não vai ter como levar o senador eleito Ronaldo Caiado para os debates e, no confronto direto, o governador sempre se sobressai, escancarando a diferença de postura e de planejamento dos dois com relação ao futuro de Goiás”, sentenciou.

Jayme Rincón ainda disse que o decano peemedebista Iris Rezende “tem dificuldade muito grande nos debates em função do ódio que tem mostrado e destilado na campanha”. “Iris esperava, neste segundo turno, receber os votos da oposição. O que não aconteceu. Isso mostra que o estilo do Iris não é benquisto pelo eleitor. Agora, é uma pena que a Justiça tenha que intervir para melhorar a qualidade dos programas eleitorais de Iris ”, disse o presidente da Agetop que, comentando a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO) em suspender parte do programa eleitoral do peemedebista, no rádio e na televisão, “por ataques e ofensas” ao tucano.

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