Jair Bolsonaro chega ao 2º turno mais forte que Fernando Haddad

Por outro lado, a configuração das alianças daqui em diante joga a favor do petista

Fotos: Reprodução

As pesquisas já previam e as eleições confirmaram que Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) vão se enfrentar no segundo turno para presidente. O primeiro chega à disputa final mais forte que o segundo não só porque terminou à frente, mas também pela movimentação de cada na reta final. Contudo, configuração das alianças daqui em diante joga a favor do petista.

O candidato do PSL teve um crescimento expressivo nos últimos dias de campanha e, inclusive, chegou-se a ventilar a possibilidade de vencer já no primeiro turno. Enquanto isso, o petista atingiu um teto das transferência de voto do ex-presidente Lula da Silva (PT) e estagnou.

Contudo, Haddad deve angariar a maior parte do eleitorado de Ciro Gomes (PDT), que terminou em terceiro. O apoio do pedetista ainda é incerto, uma vez que fez duas críticas ao PT durante a campanha, mas é fato que a maioria de seus apoiadores deve migrar para petista.

O destino dos eleitores de Geraldo Alckmin (PSDB), que ficou em quarto, é uma incógnita. A tendência é que se dividem entre Bolsonaro e Haddad. No caso de João Amoêdo (Novo), quinto colocado, é praticamente um consenso que quem o escolheu no primeiro turno deve caminhar com Bolsonaro no segundo.

Entre os que tiveram votação ainda mais baixa, Marina Silva (Rede), Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU) e João Goulart Filho (PPL) provavelmente verão seus poucos eleitores votando no PT. Já o eleitorado de Cabo Daciolo (Patriota), Henrique Meirelles (MDB), Álvaro Dias (Podemos) e José Maria Eymael (DC) deve tomar o caminho oposto.

 

 

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