Izídio Alves diz que falta diálogo com Agenor Mariano

Para o vereador, Comissão Provisória do PMDB, do qual o vice-prefeito de Goiânia faz parte, toma decisões sem consultar aliados de Paulo Garcia, na Câmara de Vereadores

Izídio Alves quer discussões mais abertas entre cúpula e vereadores do PMDB | Foto: Alberto Maia/Câmara de Goiânia

Izídio Alves quer discussões mais abertas entre cúpula e vereadores do PMDB | Foto: Alberto Maia/Câmara de Goiânia

O vereador Izídio Alves (PMDB) reclama da falta de diálogo entre ele e a cúpula municipal de seu partido. Especialmente com o vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano, e a Comissão Provisória que substitui a Executiva Estadual da sigla. Ele preferiu falar por si só, e não pela bancada, composta por mais cinco parlamentares na Câmara.

“Dois ou três integrantes do partido se reúnem para discutir algo e acham que estão falando por todos. Estou decepcionado com o Agenor, tem tempo que não falo com ele, e quando foi prefeito [interino], atendia de cara feia. Quando escuto falar sobre o partido fico sabendo pelos jornais”, disse, durante sessão plenária desta terça-feira (2/6).

O peemedebista afirmou ao Jornal Opção Online que apenas os deputados estaduais são consultados, principalmente nas decisões referentes a capital. O descontentamento ficou evidente quando ele comentava as negociações entre o Paço Municipal e o governo estadual para que a prefeitura passe a ter maior participação nas decisões da Saneago.

Além do mais, Izídio Alves registrou o aumento da tarifa do serviço de distribuição de água e esgotamento que começa a valer a partir de 1º de julho, e a consequente representação feita por lideranças do PMDB na promotoria de Defesa do Consumidor do Estado do Ministério Público de Goiás (MPGO), na tarde de segunda-feira (1º). “Respeito a decisão [isolada da cúpula], mas não engulo”, resumiu o vereador, que defende discussões aberta entre integrantes do PMDB.

O movimento foi liderado pela Comissão Provisória da sigla, composta pelos vereadores Denício Trindade e Paulo Borges, Agenor Mariano e o deputado estadual Bruno Peixoto. Eles contestam o aumento de 16,07% da taxa dos serviços.

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