Iris promete transferir sede do governo para Anápolis a cada três meses

Líder peemedebista esteve na cidade para participar de lançamento de candidaturas de políticos locais. Em discurso, ele ainda prometeu investimentos, caso eleito

Iris Rezende (à direita), durante evento em Anápolis. Caso eleito, quer transferir sede do Poder Executivo para a cidade a cada trimestre | Foto: Leandro Vieira/Divulgação

Iris Rezende (à direita), durante evento em Anápolis. Caso eleito, quer transferir sede do Poder Executivo para a cidade a cada trimestre | Foto: Leandro Vieira/Divulgação

O candidato ao Palácio das Esmeraldas Iris Rezende (PMDB) quer transferir o governo do Estado para Anápolis a cada três meses, caso seja eleito. A proposta foi anunciada na manhã desta sexta-feira (1º/8) durante lançamento de candidaturas ao Legislativo estadual e federal de políticos da cidade.

A intenção, segundo o líder peemedebista, é de aproximar a gestão do Estado aos anapolinos e fazer com que o município seja um centro de decisões políticas e administrativas. “Anápolis é desenvolvimentista, que merece mais atenção. Eleito governador, vou trazer, de três em três meses, o governo para cá. Vou administrar junto com os anapolinos”, falou Iris.

Para ele, a cidade tem a “marca do progresso” e é importante para o desenvolvimento da economia goiana. No discurso, Iris ainda falou sobre investimentos no setor industrial a fim de garantir a expansão de Anápolis, inclusive no fornecimento de energia elétrica. Vamos recuperar a Celg, regularizar a distribuição energética e conceder subsídios para atrair novas empresas. O polo industrial vai se desenvolver”, pontuou.

2
Deixe um comentário

2 Comment threads
0 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
2 Comment authors
Mario Borges

Poderia fazer o mesmo com Itumbiara, Rio Verde, Jatai, etc.etc. , com respeito à Celg, poderia comprar a Cachoeira Dourada para a Celg , ai Ela teria de volta o seu maior patrimônio, o Maguito Vilela é ótimo para negociar hidrelétricas, mande Ele.

Selmar Serafim

Que proposta ridícula e sem sentido! Gerar gastos desnecessários…