Iris justifica indicação de novo cargo e aponta para novas alterações no primeiro escalão

Prefeito de Goiânia defendeu time de secretários e disse que mudanças devem ocorrer apenas devido ao processo eleitoral

Prefeito Iris Rezende dá posse a três novos secretários | Foto: Reprodução / Prefeitura de Goiânia

O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), empossou na manhã desta sexta-feira (12/1), três novos auxiliares da administração municipal, em solenidade no auditório do sexto andar do Paço Municipal.

Em entrevista, ele justificou a indicação do padre César Luís Garcia para a Assessoria Especial de Assuntos Internacionais, cargo criado pela gestão do ex-prefeito Paulo Garcia (PT), mas que seguia sem indicação desde que o emedebista tomou posse, há um ano.

“Quando tomei posse deixei de nomear ao menos três auxiliares porque não via necessidade, mas, neste caso, em inúmeras ocasiões sentimos falta de uma interlocução especializada nesta parte de relações internacionais, para uma maior facilidade de comunicação. Temos alguns processos que falam diretamente a órgãos estrangeiros e precisamos dessa interlocução especializada”, justificou.

Em discurso, Iris informou que uma das principais missões do novo auxiliar será viabilizar o empréstimo junto ao Banco Andino. Desde a gestão anterior, a Prefeitura de Goiânia pleiteia empréstimo de R$ 100 milhões de dólares para investimento no recapeamento da massa asfáltica.

Também tomaram posse Ricardo De Val Borges, na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec) e Francisco Ivo Cajango Guedes, de forma interina, na Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra). A informação é de que Fernando Cozzetti, que antes chefiava a pasta, deixou o cargo por motivos pessoais.

Durante cerimônia, o prefeito defendeu com afinco o time de secretários que montou, apontando que não deve promover alterações por conta própria. Aos jornalistas, ele não descartou novas mudanças no secretariado neste primeiro semestre de 2018, mas ressaltou que devem ser motivadas pelo período eleitoral.

“Podem surgir novas mudanças, por exemplo, daqui três meses, quando aqueles que forem se candidatar devem se desligar da prefeitura. Se isso acontecer, vamos promover a mudança dessas funções”, arrematou.

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