Índice de turismo em Goiás recua em julho, mas acumula alta no ano

Segundo IBGE, setor de serviços cresceu 1,1% e atingiu maior nível em cinco anos. Turismo nacional teve alta de 83% com relação ao mesmo período do ano passado

Imagem do bar e restaurante Carne de Sol 1008, na Rua 1008. Setor de serviços cresceu no estado neste ano. | Foto: reprodução

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o índice de turismo em julho teve alta de 0,5% com relação ao mês de junho. Dentre as 12 unidades pesquisadas, Goiás foi uma das que apresentou piores resultados, -1,9%. No entanto, com relação ao acumulado no ano, o estado soma crescimento de 38,7%, número acima da média nacional (13,1%).

Com relação a julho de 2020, a alta no turismo foi de 83%. Apesar do crescimento, o serviço ainda precisa crescer 32,7%, em nível nacional, para chegar ao patamar pré-pandemia, em fevereiro de 2020.

Os dados foram divulgados pelo relatório da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que registrou, ainda, alta de 1,1% no volume de serviços em julho. É a quarta taxa positiva seguida com ganho de 5,8% no acumulado no período. O setor de serviços ficou 3,9% acima de fevereiro de 2020. É o patamar mais elevado desde março de 2016.

A alta foi acompanhada por duas das cinco atividades investigadas: serviços prestados às famílias (3,8%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%). Além disso, todas as cinco tiveram resultados positivos no mês.

Serviços cresceram em 15 das 27 Unidades da Federação

O volume de serviços cresceu em 15 das 27 unidades da Federação em julho de 2021, ante o mês imediatamente anterior. As altas mais relevantes vieram de São Paulo (1,4%), seguido por Rio Grande do Sul (3,4%), Minas Gerais (1,2%), Pernambuco (4,1%) e Paraná (1,5%). Em contrapartida, Rio de janeiro (-4,4%) registrou a principal retração.

Com relação a julho de 2020, o crescimento dos serviços no Brasil (17,8%) foi acompanhado por 26 das 27 UFs. A principal contribuição veio de São Paulo (17,3%), seguido por Minas Gerais (25,4%), Rio de Janeiro (11,2%), Paraná (16,6%), Rio Grande do Sul (19,5%) e Bahia (28,7%). A única retração veio de Rondônia (-0,9%).

No acumulado do ano, frente a igual período de 2020, houve avanços em todas as 27 UFs. O principal impacto positivo ocorreu em São Paulo (11,0%), seguido por Minas Gerais (16,3%), Rio de Janeiro (7,7%) e Santa Catarina (17,1%).

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