Homem que assassinou funcionária do MEC já é considerado maníaco e investigado por 12 crimes

Características de casos que envolvem assédio sexual, estupro e homicídios levou polícia a reabrir inquéritos. Homem já confessou dois assassinatos

Após confessar o assassinato de Letícia Sousa Curado, a funcionária Ministério da Educação (MEC), que teve o corpo encontrado na última semana em Planaltina, o autor do crime, Marinésio dos Santos Olinto, está sendo apontado como autor de outros 11.

As suspeitas sobre o criminoso se dão em razão do modus operandi do homicida, que também confessou o assassinato da auxiliar de cozinha Genir Pereira de Sousa, com características semelhantes entre os dois crimes.

Após os dois casos, a Polícia Civil reabriu inquéritos de outros três com semelhanças das circunstâncias das mortes que ele confessou.  As acusações são de assédio sexual, estupro e homicídios.

Entre os casos agora investigados está o do desaparecimento de Gisvânia Pereira dos Santos Silva em 2018. O que a polícia sabe até hoje é que a mulher foi filmada por câmeras de segurança num posto de gasolina em Sobradinho. Após essa filmagem a mulher nunca mais foi vista.

Em outro caso, consta que o criminoso utilizava uma Blazer, mesmo carro utilizado por Marinésio. Após a prisão do homem que já é apontado como maníaco, três mulheres foram à 31ª DP e disseram ter conseguido escapar de ataques de Marinésio após aceitarem carona do homem.

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