Gustavo Gayer defende “Rota 22”, fala sobre 2026 e critica decisões do STF
26 março 2026 às 10h30

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*Colaboração de João Paulo Alexandre
O deputado federal e pré-candidato ao Senado por Goiás Gustavo Gayer (PL) afirmou, em entrevista ao Jornal Opção nesta quinta-feira, 26, que o projeto “Rota 22” busca mapear demandas regionais para subsidiar um plano de governo. Ele também tratou da articulação da direita no Estado, das eleições de 2026 e criticou decisões do Supremo Tribunal Federal do Brasil.
Gayer que o “Rota 22” é um projeto de escuta ativa que percorre cidades de Goiás com o objetivo de reunir demandas locais em um banco de dados. Segundo ele, a iniciativa servirá de base para a elaboração de um plano de governo e para orientar a atuação do Partido Liberal (Brasil) em diferentes regiões.
O deputado citou que o projeto já passou por diversas cidades e tem buscado identificar novas lideranças. Ele afirmou que o objetivo é estruturar uma plataforma política que reflita as realidades regionais e sirva de base para a atuação da sigla.
Gayer também mencionou a realização de um evento político em Goiânia, previsto para ocorrer no Parque Agropecuário de Goiânia, com a presença de lideranças nacionais alinhadas ao campo conservador. Segundo ele, após o encontro, está prevista uma caminhada simbólica na região, com trajeto ainda a ser definido.
Ao tratar das eleições de 2026, Gayer afirmou que mantém diálogo com diferentes grupos. “Eu tenho conversado com várias pessoas de diferentes partidos”, disse. Para ele, a união deve ocorrer no segundo turno. “No segundo turno, todo mundo que quer um país livre precisa se unir.”
Gayer direcionou críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, ao comentar as condições impostas ao ex-presidente. “O que está sendo feito é tentar colocar o Bolsonaro como refém”, disse. Ele também citou restrições determinadas pela Justiça. “Você não pode juntar um grupo de pessoas, não pode ter redes sociais, não pode dar entrevista.”
Ao avaliar o cenário eleitoral, o deputado afirmou que a presença de múltiplas candidaturas pode favorecer o debate político. “Quanto mais candidatos nós tivermos para expor o que está acontecendo no país, melhor”, disse. Ele também mencionou a possibilidade de alinhamento entre lideranças no segundo turno. “O importante é que, no segundo turno, haja união.”
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