Graças ao agronegócio, Centro-Oeste foi a região que menos sofreu impactos econômicos durante pandemia

Enquanto o País, de maneira geral, apresentou uma baixa de 15,29%, houve, segundo dados do Banco Central, um abalo de 6,16% nas atividades econômicas do Centro-Oeste

Foto: Reprodução

Embora a chegada do coronavírus tenha impactado a Economia de todo o Brasil, os reflexos da pandemia nas atividades comerciais se manifestaram de mareiras diferentes em cada região brasileira.

Conforme observado via levantamentos do Banco-Central, regiões de País onde o agronegócio é a base da estrutura econômica registraram quedas menores quando comparadas às demais onde esse segmento não possui tanto protagonismo.

Diante da pandemia, o Centro-Oeste, por exemplo, apresentou o melhor desempenho com relação aos abalos na Economia. Enquanto o País, de maneira geral, apresentou uma baixa de 15,29%, houve, segundo dados do Banco Central, um abalo de 6,16% nas atividades econômicas do Centro-Oeste durante os meses de março e abril.

Isso se justifica pois a região é a maior produtora de itens como soja e carne, por exemplo. Ambos os produtos registraram alta nas vendas durante o período mais intenso — economicamente falando — gerado pela pandemia. O crescimento nas vendas se justifica principalmente pela demanda chinesa que representa um dos principais importadores da mercadoria brasileira.

Conforme mostrado pelo Estadão, os números do Banco Central dizem respeito ao Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br), publicado mensalmente. Esses valores são conhecidos como uma espécie de “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB) e servem, mais precisamente, para analisar o ritmo da economia local ao longo dos meses. (Com informações do Jornal Estadão)

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