Governo prevê a construção de outlets em quatro cidades para estimular o comércio e fortalecer o mercado interno

O programa Rota Turística Comercial de Goiás lançado pela Codego irá investir R$ 8 milhões em aportes. O prazo para a execução das obras, após a seleção das cidades, será de 18 meses

O Governo de Goiás, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), lança o programa Rota Turística Comercial de Goiás, que prevê a construção de outlets em quatro cidades para estimular o comércio e fortalecer o mercado interno goiano. O objetivo é combater a retração econômica causada pela pandemia do coronavírus.

A Codego investirá R$ 8 milhões nas construções, com a estimativa de criar 400 empregos diretos. Para a implementação do projeto, a Companhia abriu chamamento público para credenciar as prefeituras interessadas. Os municípios têm até o dia 30 de agosto para se inscrever.

De acordo com a Companhia, a intenção é unir em uma rota o turismo cultural e de lazer com o de negócios para agregar valor aos produtos fabricados pelos municípios goianos e criar um ambiente favorável para o crescimento. Por isso, a seleção ocorrerá dentro de um trabalho conjunto entre a Companhia e a Goiás Turismo, que levará em conta as cidades que tenham como vertente econômica a produção e a venda de bens de consumo.

Segundo o presidente da Codego, Renato de Castro, a instalação dos centros comerciais auxiliará na geração de postos de trabalho, na atração e criação de novos empreendimentos e setores econômicos, na arrecadação de impostos, redução do trabalho informal e na formalização das empresas.

Critérios
O chamamento público levará em consideração alguns critérios, como: localização, potencial econômico e de regularização de empregos e empresas informais, além do efeito multiplicador do emprego.

A Codego investirá R$ 2 milhões na construção de cada um dos quatro outlets, totalizando R$ 8 milhões em aportes. E o prazo para a execução das obras, após a seleção das cidades, será de 18 meses.

Como contrapartida, os municípios deverão disponibilizar o terreno com no mínimo 3.000 metros quadrados para abrigar pelo menos 35 lojas, além do aporte de 5% do total investido pela Companhia e capacitação dos trabalhadores em plataformas de vendas on-line.

Quando estiverem em funcionamento, os empreendimentos serão administrados pelas Prefeituras, que serão responsáveis pela manutenção e instalação das empresas interessadas.

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