Governo investe mais de R$ 18 milhões na Administração Penitenciária de Goiás

Do total investido, R$ 13,45 milhões são oriundos do Governo de Goiás e R$ 5,36 milhões foram destinados pelo Governo Federal

O sistema prisional goiano teve investimento superior a R$ 18 milhões entre 2019 a 2021. Os recursos estaduais e da União foram empregados na estrutura física e também na compra de equipamentos de segurança dos servidores penitenciários. Parte da verba foi aplicada na conclusão das unidades prisionais de Águas Lindas e Planaltina, na contratação de empresa para sondagem de terreno para os projetos de ampliação de vagas no sistema penitenciário e aquisição de extintores de incêndio. Do total investido, R$ 13,45 milhões são oriundos do Governo de Goiás e R$ 5,36 milhões foram destinados pelo Governo Federal.

Foram adquiridos ainda equipamentos hospitalares para aparelhamento de 22 unidades básicas de saúde das unidades prisionais do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, Águas Lindas, Anápolis, Caldas Novas, Catalão, Formosa, Goianésia, Itaberaí, Itumbiara, Jataí, Luziânia, Morrinhos, Niquelândia, Orizona, Novo Gama, Quirinópolis, Rio Verde, Santo Antônio Descoberto, Trindade e Valparaíso. O Governo de Goiás também investiu na compra de equipamentos para melhorar o trabalho dos servidores penitenciários como em 120 pistolas automáticas, 334 semiautomáticas, minicomputadores padrão mini desktop, 169 monitores de 23 polegadas e impressora de etiquetas.

O titular da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (Dgap), Josimar Pires, avalia que os investimentos no sistema prisional goiano colocam a Polícia Penal de Goiás em destaque nacional, seja por oferecer melhores condições de vida para os presos ou por garantir mais segurança aos servidores com a compra dos equipamentos. Ele ressalta que a instituição trabalhou e conquistou outros resultados sem que fosse preciso investir recursos públicos como a redução das ocorrências negativas dentro dos presídios.

“Nós ainda vamos colher muitos frutos dos investimentos que estamos fazendo agora”, garante o policial penal. Josimar contou que dentro da implantação de novos projetos de ressocialização os presos trabalham gerando economia média ao estado de quase R$ 43 milhões por ano.

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