Governo estadual cria canais telefônico e virtual de consulta sobre Covid-19

População que apresentar sintomas poderá entrar em contato com um dos canais e evitar locomoção a unidades de saúde. De acordo com cada caso, poderá receber atendimento remoto com enfermeiros e médicos

Secretarias estaduais criam canais de atendimento remoto à população com suspeita de coronavírus / Foto: Divulgação

Com objetivo de evitar que a população se desloque até postos de saúde, o Governo de Goiás, por meio das Secretarias de Estado da Saúde (SES) e de Desenvolvimento e Inovação (Sedi), desenvolveram um atendimento via telefone e chatbot para pessoas que apresentarem sintomas da Covid-19. A Central de Orientações (Cori) atende por telefone pelo 3201-9300 e por chatbot Vitória, por meio de inteligência artificial pelo site. Os atendimentos são prestados de 7h às 19h todos os dias da semana por equipes de profissionais da saúde.

Os serviços deverão avaliar se a pessoa necessita ficar em casa para monitoramento ou consulta via telemedicina ou se deve realmente procurar uma unidade de saúde próxima a sua casa. O cidadão que apresentar sintomas será cadastrado e encaminhado ao nível 2, de consulta de enfermagem. Dependendo do caso, será aplicado um protocolo de atendimento e ele poderá ser encaminhado para o nível 3, onde um médico o atenderá por telemedicina. A consulta pode ser por telefone, chat ou videoconferência. Já o chatbot conta um atendente virtual que realizará a triagem e passará o paciente, da mesma maneira, para os demais níveis conforme necessidade.

A equipe é formada por médicos, psicólogos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, assistentes sociais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, entre outros profissionais da saúde. A Cori também oferece apoio emocional específico aos profissionais de saúde que atuam diretamente no socorro aos casos da Covid-19. O atendimento é realizado todos os dias de 7h às 19h pelo número 3201-9300. Este serviço não está disponível no chatbot Vitória. “Não se trata de um atendimento psicológico, mas de um acolhimento, uma atenção especializada e uma escuta qualificada”, explicou Joice Batista, gerente de Integração das Políticas da Superintendência de Saúde Mental da SES-GO.

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