Secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, explicou que chances são otimistas devido a possibilidade de uso emergencial do imunizante no país e disponibilidade de fornecimento da farmacêutica

Nesta quinta-feira, 10, o governo federal anunciou que assinou um memorando de entendimento junto ao laboratório farmacêutico Pfizer. O acordo vai garantir ao Brasil 70 milhões de doses da vacina em 2021.

No mesmo dia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a criação de um trâmite para concessão de autorização temporária de uso emergencial em caráter experimental de vacinas contra a Covid-19 durante a pandemia.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, afirmou durante coletiva de imprensa que, com a possibilidade de uso emergencial do medicamento no país e disponibilidade de fornecimento da Pfizer, a vacina pode começar a ser aplicada ainda em 2020.

Franco explicou que até o momento o governo ainda não havia comprado nenhuma vacina.

“Importante deixar claro que o acordo firmado com a AstraZeneca foi um contrato de encomenda tecnológica baseado na legislação brasileira, não é uma compra de vacina,” afirmou Franco.