Governo e setor produtivo debaterão com TCE alternativas à revisão de benefícios fiscais

Marconi se reuniu nesta quarta-feira (8/11) com representantes do fórum empresarial e reiterou que governo segue acórdão do tribunal, mas se preocupa com empregos

Marconi Perillo em reunião com Adial-GO | Foto: Mantovani Fernandes

O governo de Goiás e representantes do setor produtivo vão se reunir na próxima semana com conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para apresentar alternativas ao acórdão que resultou no decreto de revisão dos benefícios fiscais. A reunião de trabalho, prevista para a próxima terça-feira (14/11) foi acertada nesta quarta (8) durante audiência entre o governador Marconi Perillo e representantes do Fórum Empresarial de Goiás, no Salão Verde do Palácio das Esmeraldas.

Por determinação de Marconi, técnicos da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) vão se reunir com o setor produtivo a partir desta quinta-feira (9) para debater essas alternativas. “Nós discutimos todos os aspectos de competitividade, e principalmente um acórdão que foi definido pelo TCE recentemente que trata de créditos outorgados e outros incentivos que são concedidos. Nossa grande preocupação é o emprego, mas também o cumprimento do acórdão. E nesse aspecto, ficamos de buscar alternativas que continuem garantindo o efetivo desenvolvimento, a prosperidade, a geração de empregos, e o desenvolvimento de Goiás”, afirmou Marconi.

O governador ressaltou que Goiás experimentou desenvolvimento extraordinário nos últimos 20 anos; o PIB se multiplicou por dez; as exportações por 20, e os empregos cresceram. “E tudo o que eu e o vice-governador e toda a equipe da Secretaria da Fazenda queremos é exatamente garantir a continuidade dessa prosperidade”, enfatizou.

Presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Otávio Lage de Siqueira Filho afirmou que o fórum empresarial buscou o diálogo com o governador e foi prontamente recebido, como sempre ocorreu. “Sempre tivemos uma parceria muito forte”, salientou.

O governador observou que o decreto é resultado de uma determinação do TCE que não havia como ser protelada, e agora nós vamos nos reunir com os técnicos da Fazenda e buscar junto ao TCE o melhor para o Estado”, disse.

O superintendente-executivo da Receita Estadual, Adonídio Neto Vieira Júnior, ressaltou que as alternativas devem levar em conta demandas que foram colocadas hoje pelo setor produtivo. “O governador reiterou apoio ao setor produtivo, e ressaltou que, onde tiver algum risco em cadeias, a Sefaz fará estudos para minimizar esses riscos”, pontuou.

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