Governo de Goiás realiza ação de prevenção a doenças em agentes penitenciários

O intuito é ampliar a prevenção à covid-19, Hepatite B e C, HIV  e Sífilis, por meio de um levantamento inédito no sistema penitenciário brasileiro

O Governo de Goiás, por meio da Polícia Penal do estado, começou a realizar nesta terça-feira, 16/03, a avaliação e testagem dos servidores que trabalham no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. O inquérito Epidemiológico e Clínico do sistema penitenciário goiano é uma iniciativa nunca realizada antes no país e visa levantar informações quanto a doenças como a covid-19, hepatite B, hepatite C, HIV e sífilis. 

Os servidores são submetidos a uma avaliação e os que apresentarem algum tipo de sintoma do novo coronavírus são testados por meio de exames do tipo RT-PCR. Além disso, eles também realizam testes para as outras doenças citadas anteriormente. Inicialmente cerca de 2 mil agentes passarão pelo processo, sendo que mais tarde essa iniciativa será levada para outras unidades prisionais.

A atividade é fruto de uma parceria entre a Polícia Penal de Goiás, a  Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal do estado (FEN/UFG), a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a Secretaria Municipal de Saúde e a Vigilância Epidemiológica de Saúde de Aparecida de Goiânia. O resultado da ação será um mapeamento completo do quadro clínico dos servidores penitenciários que serão monitorados dentro e fora de seus ambientes de trabalho.

O diretor-geral da Polícia Penal do estado, Tenente Coronel Franz Rasmussen, informou que o projeto prevê a criação de um ambulatório voltado para a saúde do servidor penitenciário. Esse centro receberá o nome do policial penal Rodolfo Hidasi, que faleceu no último sábado, vítima da Covid-19. 

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