Governador José Eliton investe R$ 81,8 milhões para ampliar vagas do sistema socioeducativo

Serão 10 novas unidades além da ampliação e adequação de outras já existentes

Vista aérea do Centros de Atendimento Socioeducativos (Case)

O Governo de Goiás está investindo R$ 81,8 milhões num amplo projeto de edificação de novas e modernas unidades socioeducativas. Serão 10 novas unidades, três das quais já entregues (duas em Goiânia e uma em Anápolis). A reestruturação do sistema contempla construção, ampliação e adequação de unidades socioeducativas. São oito Centros de Atendimento Socioeducativos (Cases) e duas Casas de Semiliberdade, que vão gerar 480 novas vagas para atendimento aos adolescentes em conflito com a lei em diversas regiões do estado.

As unidades são mantidas e coordenadas pela Secretaria Cidadã, por meio do Grupo Executivo de Apoio a Crianças e Adolescentes (Gecria). Estão sendo construídas em Caldas Novas, Goiânia, Itaberaí, Itumbiara, Porangatu, Rio Verde e São Luís de Montes Belos, sendo que os Cases localizados em Formosa e Luziânia passarão por reforma predial.

São unidades projetadas em conformidade as normas de referência do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) e do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Diferentemente dos Cases, na Casa de Semiliberdade os adolescentes participam de atividades externas durante o dia, frequentam escolas e cursos de educação profissional. Nos Cases, o regime é fechado quando o adolescente poderá permanecer por até três anos, em conformidade as determinações judiciais.

Titular da Secretaria Cidadã, Murilo Mendonça afirmou que o governador José Eliton determinou a ampliação das Unidades Socioeducativas como forma de elevar o índice de ressocialização dos internos que passam pelas unidades. “É com esse espírito que trabalhamos com a determinação do governador em atender fielmente às normas estabelecidas pelo Sinase na concepção e execução das obras. Pela convicção de que um sistema adequado tem maior eficácia, maior condição para que os jovens custodiados pelo Estado de Goiás deixem o sistema com uma perspectiva melhor para retornarem ao convívio social”, ressaltou.

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