Para o deputado, novo salário mínimo é “um tapa na cara do trabalhador”

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Para o deputado Antônio Gomide (PT), o presidente Jair Bolsonaro (PSL), já em suas primeiras medidas, tomou uma decisão que afeta as camadas mais pobres, deixando muito claro que vai governar conectado aos interesses do mercado e do governo dos EUA. “Da posse até aqui foram 17 medidas duras que coloca o Brasil mais violento e mais desigual”, disse.

“A redução no já minguado salário mínimo retirando oito reais do que já estava aprovado no Congresso é um tapa na cara do trabalhador”, afirmou o deputado sobre decreto presidencial que estabelece que o salário mínimo passará de R$ 954 para R$ 998 este ano. O valor é 8 reais menor do que a previsão do Orçamento aprovado em 2019, que era de 1.006 reais.

Ao Jornal Opção, Gomide criticou a extinção da Secretaria da Diversidade, Alfabetização e Inclusão do MEC. “Para levantar o preconceito e tirar o debate crítico e formador da consciência do cidadão, implantando a intolerância”, concluiu o parlamentar.

“A extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) enfraquece a agricultura familiar, base econômica de dezenas de município de Goiás. Essa decisão mostra o caráter da falta de compromisso do governo Bolsonaro com pessoas que estão na linha de miséria e mais de 50 milhões de pobres em todo o país”, avaliou Gomide.