GoiásFomento registra em outubro menor índice de inadimplência do ano

esmo com a pandemia, taxa de não pagamento ficou em 6,2% no mês passado, melhor resultado desde dezembro de 2019

Phaber Cruvinel Nunes, gerente de Cobrança Extrajudicial da GoiásFomento | Foto: Rodrigo Cabral / Divulgação

A GoiásFomento registrou a menor taxa de inadimplência do ano em outubro. O índice registrado foi de 6,2%, montante inferior ao de setembro (7,5%) e o menor dos dez primeiros meses do ano. A queda faz parte de medidas de manutenção dos pagamentos mesmo durante a pandemia.

O gerente de Cobrança Extrajudicial da GoiásFomento, Phaber Cruvinel Nunes, destaca que em janeiro a inadimplência foi de 6,3%. Em fevereiro subiu para 6,4%, mesmo patamar mantido em março. Em abril foi para 6,8%. Passou para 8,1% em maio, 10% em junho, e atingiu o ápice em julho (10,6%).

“A partir daí, conseguimos estabilizar os níveis de inadimplência”, avaliou. Isso, segundo ele, foi possível com a atuação desenvolvida e a criação de ferramentas, por meio de normativas internas da GoiásFomento. Também foram importantes os programas adotados com o intuito de auxiliar o empresário a regularizar sua situação cadastral, entre eles, prorrogação de parcelas e renegociação de contratos, atreladas à liberação de créditos.

“Com essas ações, a instituição financeira conseguiu frear o aumento da inadimplência a partir de julho”, acrescenta o gerente. A partir de agosto, a taxa passou a recuar. Ficou em 9,7% no oitavo mês do ano, depois, 7,5%, em setembro, e 6,2%, em outubro, que é o melhor resultado desde dezembro de 2019.

“Continuamos a trabalhar firme para tentar reduzir ainda mais essas taxas de inadimplência, porque entendemos que ainda há uma margem para queda. Esperamos que em novembro ela seja constatada”, afirmou. O gerente pondera que a prorrogação das parcelas já não é mais utilizada. Mas, ainda assim, a GoiásFomento tem obtido os resultados esperados, porque os clientes têm efetuado os pagamentos.

Atenção especial

Ele pondera que ainda existem nichos de mercado que demandam atenção especial, como eventos, transporte escolar, escolas e hotelaria. Segundo Phaber, a agência de fomento busca ofertar um tratamento diferenciado a esses segmentos por meio das ferramentas de renegociação disponíveis, como o reescalonamento do débito.

O gerente acrescenta que, se ainda assim a GoiásFomento não conseguir atender o cliente, a orientação é que seja enviado à instituição financeira uma solicitação formal para que a diretoria possa deliberar sobre o caso específico, de forma individualizada.

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