Dentre as 705 mil pessoas não ocupadas em setembro, 356 mil deixaram de procurar trabalho devido à pandemia ou por falta de trabalho na localidade. O número representa queda de 13,7% na comparação com o mês de agosto.

Foto: Guilherme Gandolfi

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou um levantamento que mostra que, em setembro de 2020, 705 mil pessoas no Estado de Goiás não procuraram trabalho mas gostariam de ter trabalhado. O número representa uma queda de 5,9% em relação a agosto deste mesmo ano quando o quantitativo era de aproximadamente 750 mil pessoas.

Dentre as 705 mil pessoas não ocupadas, 356 mil deixaram de procurar trabalho devido à pandemia ou por falta de trabalho na localidade, registrando o menor valor desde o início da pesquisa. O número representa queda de 13,7% na comparação com o mês de agosto.

Com isso, o Estado registra um percentual de 16,9% das pessoas que não procuraram trabalho devido à pandemia ou à falta de trabalho na localidade, o que representa o 7º menor percentual do país, ficando abaixo da média nacional que é de 21,6%.

Número de pessoas afastadas do trabalho tem a quarta queda consecutiva

Goiás registrou 119 mil pessoas ocupadas que estavam afastadas do trabalho em setembro devido ao distanciamento social. 359 mil pessoas a menos que o registrado em maio (479 mil).

Essa diferença significa que elas ou retornaram ao trabalho ou foram demitidas. Com isso, as pessoas ocupadas e afastadas do trabalho representam 3,8% da população ocupada do Estado. O resultado coloca Goiás na 12a posição no ranking de menor número, ou seja, acima da médica brasileira que é de 3,6%.