Goiás confirma 115 casos da Covid-19 e três mortes causadas pela doença

No Estado, há 2.138 casos suspeitos em investigação. Outros 1.205 já foram descartados

Há 115 casos da Covid-19 confirmados em Goiás por critério laboratorial. O boletim divulgado na tarde deste domingo, 5, pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), há três óbitos confirmados. No Estado, há 2.138 casos suspeitos em investigação. Outros 1.205 já foram descartados.

Os casos confirmados foram registrados nos municípios de Águas Lindas de Goiás (1), Anápolis (8), Aparecida de Goiânia (1), Bom Jesus de Goiás (1), Campestre (1), Catalão (1), Cidade Ocidental (1), Goianésia (1), Goiânia (73), Itumbiara (2), Jataí (3), Luziânia (1)*, Nova Veneza (1), Paranaiguara (1), Rio Verde (8), São Luís dos Montes Belos (1), Senador Canedo (1), Silvânia (1), Trindade (1) e Valparaíso de Goiás (5). Há dois (2) casos que aguardam atualização da ficha para definir a cidade de residência.

Há 8 casos confirmados internados. Destes, 1 está na rede pública em unidade estadual e 7 estão na rede privada. Há ainda 76 casos em investigação que encontram-se internados; destes, 45 estão na rede pública e 31 na rede privada.

O boletim aponta que, até o momento, há três óbitos confirmados de residentes de Goiás, sendo dois em Goiânia e  um em Luziânia. Um quarto óbito foi confirmado em Anápolis, mas de residente de outro Estado do país, não sendo contabilizado nas estatísticas goianas. Há quatro óbitos em investigação, sendo um em Araçu, um em Bonfinópolis, um  em Goiânia e um em Mineiros. Já foram descartados 10 óbitos, sendo (1) em Águas Lindas de Goiás, (1) em Aparecida de Goiânia, (3) em Goiânia, (1) em Inhumas, (1) em São Luís dos Montes Belos, (1) em Senador Canedo, (1) em Valparaíso de Goiás e (1) que ocorreu em Anápolis, mas que aguarda confirmação do município de residência da pessoa.

Os registros estão no banco de dados do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Goiás. A SES ressalta que os números são dinâmicos e, na medida em que as investigações clínicas e epidemiológicas avançam, os casos são reavaliados, sendo passíveis de reenquadramento na sua classificação.

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