Goianienses vão às ruas contra aumento do combustível

Manifestações previstas nesta segunda-feira (6/11) e terça-feira (7/11) estão sendo convocadas através das redes sociais 

Convocação para manifestação circula pelas redes sociais

Manifestação contra mais um aumento no preço dos combustíveis está sendo convocada através das redes sociais. Nesta segunda-feira (6/11) motoristas devem se concentrar as 18 horas no Posto Chafariz da avenida 85 com avenida T-63, no Setor Bueno. Durante a ação, os manifestantes irão abastecer um valor de R$0,50 e solicitar cupom fiscal.

Outra manifestação está prevista para a próxima terça-feira (7/11) ás 18 horas no Aeroporto Internacional Santa Genoveva.

Mesmo depois do decreto, publicado no Diário Oficial do Estado na última quarta-feira (1/11), que possibilitou a redução de alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre o etanol e o diesel, o combustível voltou a ficar mais caro em Goiânia. O litro da gasolina chega a ser encontrado a R$ 4,54 em postos da capital enquanto o etanol custa em média R$ 3,30

Em outubro deste ano, o promotor de justiça Fernando Krebs, a pedido do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto), instaurou Inquérito Civil Público para investigar se houve ato de improbidade administrativa praticado pela superintendente do Procon-GO, Darlene Araújo na fiscalização de postos de combustíveis.

Na época, o Procon-GO se manifestou por meio de nota onde diz que ” estranha a atitude, uma vez que o próprio MPGO, por meio de promotores de todo o Estado de Goiás, requisita constantemente as ações do Procon Goiás na aferição de qualidade (convênio Procon/ANP), quantidade (art. 19 do CDC) e fiscalização de preços para embasar suas ações públicas”.

A superintendente do Procon-GO ainda lamentou o que classificou como tentativa do Sindiposto de impedir o trabalho do órgão.

 

 

 

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Bruno

Respeito o ato perfeitamente o ato, mas fazendo isso, quem será sacrificado será o trabalhador “frentista”.

Obs: O correto seria é NÃO abastecer por uma semana inteira, aí sim os donos dos postos sentiria algum impacto.