Gestão Iris desiste de reforma tributária e reajuste do IPTU fica para 2020

Com vencimento de prazo, texto só será avaliado em 2019 para valer no ano subsequente

Tiãozinho Porto (PROS), líder de Iris Rezende na Câmara | Foto: Alberto Maia

Com o vencimento do prazo para ser aplicada já em 2019, a reforma tributária proposta pela gestão do prefeito Iris Rezende (MDB) será retirada da pauta da Câmara de Goiânia.

O texto só será avaliado, agora, no ano que vem, para valer em 2020. Com isso, no ano que vem, todos os impostos cobrados pelo município, como o IPTU, contarão apenas com o índice inflacionário.

Em entrevista, o líder do prefeito na Câmara, vereador Tiãozinho Porto (PROS), defendeu o maior tempo para se debruçar sobre o tema.

“Não vai adiantar vir rápido, já que não terá como aprovar para ano que vem. Agora, teremos toda tranquilidade para mostrar à população os benefícios da reforma”, defendeu.

Texto

A Prefeitura de Goiânia anunciou no último mês a alteração na cobrança da alíquota do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Territorial Urbano (ITU) da capital. A proposta colocava fim às quatro zonas fiscais que hoje dividem a cidade e as substitui por oito alíquotas progressivas incidentes sobre o valor venal.

Na prática, isso significa que não seria mais a localização que definiria o percentual do valor tributado, mas sim o preço do imóvel. Assim, independente do bairro onde esteja localizado, imóveis residenciais cujo valor venal alcance até R$ 50 mil teriam alíquota de 0,20% para fins de cálculo de IPTU.

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