Fred Rodrigues mira 65% dos votos para Flávio em Goiás e aposta no apoio de Daniel e Caiado
06 outubro 2026 às 17h41

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Bruna Ariadne & Cilas Gontijo
O deputado federal eleito Fred Rodrigues afirmou que a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve buscar uma votação de pelo menos 65% dos votos válidos em Goiás no segundo turno. Durante o ato de apoio ao presidenciável nesta terça-feira, 6, em Goiânia, ele defendeu a mobilização em cada município e apontou a adesão de Daniel Vilela (MDB), Ronaldo Caiado (PSD) e Gracinha Caiado (UB) como uma oportunidade para ampliar o eleitorado.
Ao citar uma votação de aproximadamente 53% para Flávio no primeiro turno, Fred disse que a meta é aumentar esse percentual em pelo menos 12 pontos percentuais. Como referência, mencionou o potencial eleitoral de Jair Bolsonaro no estado.
“Então a gente tá brigando aí por pelo menos mais 12% de votos válidos aqui em Goiás, que sem dúvida a gente sabe que vai fazer a diferença”, afirmou.
Busca por votos em cada cidade
Para Fred, a estratégia não deve se limitar a reverter o resultado nos municípios onde Flávio ficou atrás. Ele defendeu que a campanha também trabalhe para ampliar a vantagem nas cidades em que o candidato já venceu.
“Não só converter esses municípios, mas pegar voto a voto. Às vezes você não converte um município, mas no outro município você consegue aumentar o percentual”, declarou.
O deputado eleito afirmou que uma votação maior em Goiás pode contribuir para o resultado nacional e reduzir o risco de surpresas no fim da apuração.
Novos aliados e eleitores ausentes
Questionado sobre como atrair quem não votou no primeiro turno, Fred destacou a entrada de lideranças da base governista na campanha de Flávio. Na avaliação dele, esses apoios podem aproximar pessoas que tinham resistência ao grupo do candidato.
“Agora com a entrada do governador Daniel Vilela, do Caiado, da própria Gracinha, a gente consegue atingir um público que às vezes tinha alguma resistência com a gente”, disse.
Fred também defendeu que a escolha no segundo turno seja orientada pela avaliação sobre o futuro do país, mesmo entre eleitores que não tenham identificação pessoal com Flávio.
Ao criticar o PT, afirmou que “tá todo mundo no mesmo barco” e acusou o partido de prejudicar o Brasil.


