Forbes: Dilma é a 7ª mulher mais influente do mundo

Presidente caiu três posições em relação a 2014; queda se justifica principalmente pelos escândalos envolvendo a Petrobrás e pelos pedidos de impeachment

fdsf | Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidente aparece na frente de outras latino-americanas como a argentina Cristina Kirchner e a chilena Michelle Bachelet | Foto: Roberto Stuckert Filho

Bruna Aidar

Dilma Rousseff foi eleita a sétima mulher mais poderosa do mundo em 2015 pela Revista Forbes. A presidente caiu três posições em relação ao ano passado, quando ocupava a quarta colocação. Ela é a primeira dentre as latino-americanas da lista, à frente da presidente argentina, Cristina Kirchner, que ocupa a 16ª colocação  e da chilena Michelle Bachelet (27ª).

As três mulheres que lideram a lista são a chanceler alemã, Angela Merkel; a possível candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton; e a copresidente da fundação filantrópica Bill & Melinda Gates, Melinda Gates. A lista leva em consideração o patrimônio, a presença na mídia e as esferas de influência e impacto das mulheres escolhidas.

Como justificativa para a queda de Dilma, a Forbes falou da difícil situação da presidente no momento. Foram destacados os pedidos de impeachment no início do novo mandato, a queda na sua aprovação e o possível encolhimento na economia pelo segundo ano consecutivo. Outro ponto importante é o escândalo envolvendo a Petrobras.

Confira as dez primeiras colocadas da lista da Forbes:

  1. Angela Merkel
  2. Hillary Clinton
  3. Melinda Gates;
  4. Janet Yellen;
  5. Mary Barra;
  6. Christine Lagarde;
  7. Dilma Rousseff;
  8. Sheryl Sandberg;
  9. Susan Wojcicki;
  10. Michelle Obama

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