Fora das eleições deste ano, José Vitti projeta disputar Prefeitura de Goiânia em 2024

A ex-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) Maria Ester de Souza, como antecipou o Jornal Opção, também pretende ir às urnas na disputa pelo Paço Municipal

Embora a movimentação política seja sobre as próximas eleições, que acontecem em outubro, o ex-presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), José Vitti (sem partido), já tem pensado em candidatura para disputar a Prefeitura de Goiânia, em 2024. E ele não está sozinho. O Paço Municipal também está no radar da ex-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Maria Ester de Souza (sem partido) que, como antecipou o Jornal Opção, pretende ter o nome ela nas urnas daqui a quase três anos.

Empresário e pecuarista, Vitti diz que administrar Goiânia é um sonho e que ele pode tentar realizá-lo em um futuro próximo. Isso porque, o ex-deputado estadual enxerga fragilidades na gestão de Rogério Cruz (Republicanos) e que essas podem favorecer a eleição de um novo nome para o Paço. Vitti classificou a Capital sob a gestão de Cruz como “um problema crônico”, com muitos secretários de outros Estados, “que não têm compromisso com a cidade”. Para o ex-presidente da Alego, a cidade está abandonada. “Nós temos aí, o problema do IPTU, o que não foi amplamente discutido, foi uma medida que impactou significativamente os contribuintes goianienses”, afirma. Além desses problemas, segundo ele, agora há as denúncias de desvios em obras de infraestrutura. “E aí a gente vê a cidade toda esburacada e mal cuidada”, alega. 

Apesar de estar de olho em 2024 e de ter decidido não se candidatar este ano, Vitti não vai se ausentar das eleições de 2022. O político garante que não ficará inerte deste processo eleitoral, pois pretende apoiar a campanha de eleição de Lissauer Vieira (PSB), atual presidente da Alego, para a Câmara dos Deputados, em Brasília. Mesmo gostando do Legislativo, o motivo para não tentar o retornar à Alego nestas eleições, segundo Vitti, é poder estar mais com a família e se concentrar nos negócios. “Foi uma decisão extremamente difícil de não me candidatar a um cargo na Alego este ano. Priorizei a questão familiar e a questão empresarial. Eu não consigo ser meio político. Sei que me envolveria bastante e teria dificuldade de conciliar o tempo, principalmente em relação aos meus filhos”, argumenta.

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