FGM defende manutenção do TCM e diz que extinção significaria perda para o municipalismo

José de Sousa Cunha acredita que Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás é fundamental para a orientação e qualificação dos prefeitos de Goiás

Presidente da Federação Goiana dos Municípios (FGM), José de Sousa Cunha. | Foto: Arquivo Pessoal

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a extinção do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) tem causado polêmica e gerado controvérsias entre lideranças políticas. Ao Jornal Opção, o presidente da Federação Goiana dos Municípios (FGM), José de Sousa Cunha, defendeu a manutenção do tribunal.

A PEC para extinção do TCM foi apresentada na tarde da última terça-feira, 27, pelo deputado estadual Henrique Arantes (MDB), durante sessão da Assembleia Legislativa, e contou com a assinatura de 26 parlamentares.

Para Cunha, na visão do municipalismo, a extinguir o TCM representa maior perda que ganho, uma vez que, há oito anos, a visão de gestão do órgão vem sendo voltada à qualificação dos gestores. “Ele tem um papel importante no que tange à qualificação, a dar segurança e a orientar o gestor sobre a aplicação das políticas públicas. Isso, porque uma vez prefeito, se ele não ter os devidos cuidados, terá problemas eternamente em seu CPF”, pontua.

O presidente da FGM, entretanto, diz não ter tido acesso ao texto da matéria para que pudesse identificar se a atuação dos parlamentares contém viés político ou puramente técnico.

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