“Existem diversas formas de atrair empresas e vamos apostar nisso”, diz titular da Sed

Adriano da Rocha Lima fala sobre seus desafios e planos para alavancar o desenvolvimento de Goiás

Foto: Reprodução

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuária e Irrigação (SED), Adriano da Rocha Lima, falou nesta quarta-feira, 2, sobre seus planos para a pasta e comentou a polêmica questão da redução dos incentivos fiscais.

“Nós participamos da transição do governo já na etapa final, conseguimos pegar algumas informações, mas a partir de hoje vou entender os grandes desafios que temos pela frente. E, a partir daí, vamos iniciar um programa de crescimento do estado de Goiás”, afirmou Adriano da Rocha Lima.

O titular da Sed também ressaltou que Goiás está muito bem posicionado nacionalmente, ao lado da capital federal, possui uma das maiores culturas empreendedoras do país e que precisa fazer o seu papel que é juntar as grandes e pequenas empresas. Além de incentivar o empreendedorismo e trazer empresas com tecnologia de ponta e políticas de sustentabilidade para gerar empregos e realizar a transferência de tecnologia para Goiás.

“Precisamos fazer a junção entre as empresas e as universidades. O governo tem esse papel de aproximar o meio acadêmico, que gera pesquisa e desenvolvimento, com as empresas, e com isso vamos diversificar a matriz econômica e promover o crescimento de Goiás. Queremos que o estado deixe de exportar commodities e passe a exportar produtos com maior valor agregado”, explicou.

Para o secretário, é preciso entender que o incentivo fiscal é uma ferramenta importante para atração de empresas, mas não é a única. “Existem diversas formas de atrair empresas e vamos apostar nisso”, disse Adriano ao destacar a necessidade de incentivo às startups e atração do capital privado.

“Tanto empresas como fundo de investimentos estão buscando boas ideias para investir e o estado precisa dar condições para que esse capital chegue aqui. E o incentivo fiscal vai continuar existindo dentro de um papel onde as empresas tenham um compromisso de contrapartida com o estado”, finalizou o secretário.

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